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	<title>Dr. Guilherme Foizer</title>
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	<title>Dr. Guilherme Foizer</title>
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		<title>Cirurgia de Coluna: quando é indicada, tipos e recuperação &#124; Dr. Guilherme Foizer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[site_drfoizer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 23:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo escrito e revisado por médico especialista Este conteúdo foi escrito e revisado por Dr. Guilherme Foizer, médico ortopedista com atuação em cirurgia da coluna, com acompanhamento de pacientes com hérnia discal e dor lombar e cervical CRM-SP: 114430 &#124; RQE: 40798 Mestre – UNICAMP &#124; Doutorando – USP Este material tem caráter educativo e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/cirurgia-de-coluna-quando-e-indicada-tipos-e-recuperacao-dr-guilherme-foizer/">Cirurgia de Coluna: quando é indicada, tipos e recuperação | Dr. Guilherme Foizer</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!-- Página: Tipos de Cirurgia de Coluna Cole este HTML no editor (modo "Código/HTML") do seu blog. Dica: substitua os links e imagens pelos seus (drfoizer.com.br). --></p>
<article class="post-content">
<header class="post-header"><strong>Conteúdo escrito e revisado por médico especialista</strong><br />
Este conteúdo foi escrito e revisado por <strong>Dr. Guilherme Foizer</strong>, médico ortopedista com atuação em <strong>cirurgia da coluna</strong>, com acompanhamento de pacientes com hérnia discal e dor lombar e cervical<br />
CRM-SP: 114430 | RQE: 40798<br />
Mestre – UNICAMP | Doutorando – USP<br />
Este material tem caráter educativo e não substitui consulta médica.<strong>Última atualização:</strong> janeiro de 2026</p>
<h1>Tipos de cirurgia de coluna: o que você precisa saber antes de decidir</h1>
<p class="lead">Entenda quando a cirurgia de coluna é indicada, quem pode ser candidato, quais doenças podem se beneficiar,<br />
os principais tipos de procedimentos, técnicas (aberta e minimamente invasiva) e como costuma ser a recuperação.</p>
</header>
<p><!-- Imagem de capa (opcional) --></p>
<figure class="post-hero"><figcaption><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1473" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-15.20.42.png" alt="cirurgioes durante cirurgia paramentados " width="1342" height="1402" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-15.20.42.png 1342w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-15.20.42-287x300.png 287w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-15.20.42-980x1024.png 980w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-15.20.42-768x802.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />Imagem ilustrativa. A indicação cirúrgica depende de avaliação individualizada.</figcaption></figure>
<section aria-label="Introdução">A cirurgia de coluna pode ser um tratamento eficaz para dor nas costas ou no pescoço <strong>quando existe uma causa estrutural bem definida</strong> e quando o tratamento conservador não trouxe alívio suficiente. Hoje, existem diferentes procedimentos e técnicas — desde cirurgias de <strong>descompressão</strong> (para liberar nervos) até cirurgias de <strong>estabilização</strong> (para dar firmeza à coluna e reduzir movimento doloroso). A melhor forma de tomar uma decisão segura é entender:</p>
<ul>
<li>quando a cirurgia é indicada</li>
<li>quem realmente é candidato</li>
<li>quais doenças podem se beneficiar</li>
<li>quais são os tipos de cirurgia e suas diferenças</li>
<li>como escolher o cirurgião e se preparar</li>
<li>como costuma ser a recuperação e o controle da dor</li>
</ul>
<p><em>Importante:</em> na grande maioria dos casos, dor lombar ou cervical melhora sem cirurgia. Por isso, a indicação deve ser criteriosa e baseada em avaliação clínica e exames.</p>
</section>
<nav class="post-toc" aria-label="Sumário">
<h2>Sumário</h2>
<ol>
<li><a href="#quando-considerar">Quando devo considerar a cirurgia?</a></li>
<li><a href="#candidato">Sou candidato à cirurgia?</a></li>
<li><a href="#condicoes">Quais condições podem se beneficiar?</a></li>
<li><a href="#tipos-comuns">Quais são os tipos mais comuns?</a></li>
<li><a href="#tecnicas">Quais são as técnicas?</a></li>
<li><a href="#minimamente-invasiva-vs-laser">Minimamente invasiva x “laser”</a></li>
<li><a href="#como-escolher">Como escolher um cirurgião?</a></li>
<li><a href="#preparo">Como me preparo?</a></li>
<li><a href="#dia-da-cirurgia">Instruções do dia da cirurgia</a></li>
<li><a href="#recuperacao">Recuperação</a></li>
<li><a href="#controle-da-dor">Controle da dor</a></li>
<li><a href="#faq">Perguntas frequentes (FAQ)</a></li>
</ol>
</nav>
<section id="quando-considerar">
<h2>Quando devo considerar a cirurgia de coluna para minha dor nas costas ou no pescoço?</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1475" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/how-to-get-the-most-of-physiotherapy-treatment-jpg.webp" alt="manual terapy back pain " width="680" height="453" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/how-to-get-the-most-of-physiotherapy-treatment-jpg.webp 680w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/how-to-get-the-most-of-physiotherapy-treatment-jpg-300x200.webp 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /></p>
<p>Existem situações em que a cirurgia pode ser recomendada <strong>de forma imediata</strong>, como em algumas<br />
<strong>lesões traumáticas</strong> com instabilidade, fraturas específicas ou déficits neurológicos relevantes.<br />
Porém, na maior parte dos casos de dor cervical e lombar, a conduta inicial é <strong>tratamento conservador</strong>,<br />
com foco no controle de sintomas e melhora funcional.</p>
<p>A cirurgia costuma ser considerada quando:</p>
<ul>
<li>os sintomas persistem apesar de <strong>semanas (ou mais) de tratamento conservador</strong></li>
<li>a dor limita de forma importante a qualidade de vida e a rotina</li>
<li>há sinais de <strong>compressão neural</strong> com déficit neurológico (por exemplo, perda de força) ou piora progressiva</li>
<li>há evidência de problema estrutural no exame e nos exames de imagem</li>
</ul>
<p>Tratamentos conservadores frequentemente incluem:</p>
<ul>
<li><strong>fisioterapia</strong> (quando apropriada para o caso)</li>
<li><strong>acupuntura</strong> e/ou massagem</li>
<li><strong>medicações anti-inflamatórias e analgésicas</strong> (quando indicadas)</li>
<li><strong>infiltrações</strong> (bloqueios/esteroides) e outros procedimentos não cirúrgicos para controle da dor</li>
<li><strong>mudanças no estilo de vida</strong>, como perda de peso, parar de fumar e controle de comorbidades (ex.: diabetes, hipertensão)</li>
</ul>
<p><strong>Observação importante:</strong> tratamento conservador nem sempre é rápido — muitas vezes é preciso testar e ajustar por várias semanas para avaliar o real benefício.</p>
</section>
<section id="candidato">
<h2>Sou um candidato à cirurgia da coluna?</h2>
<p>Geralmente, o paciente começa com avaliação clínica e tratamento conservador com médico de família, ortopedista, fisiatra ou especialista em dor.<br />
Se não houver melhora adequada, pode ser encaminhado para avaliação com <strong>cirurgião de coluna</strong><br />
(ortopedista ou neurocirurgião com atuação em coluna).</p>
<p>A cirurgia tende a funcionar melhor quando existe:</p>
<ul>
<li><strong>uma causa estrutural identificável</strong> que explique seus sintomas (ex.: compressão de raiz nervosa por hérnia)</li>
<li>correlação entre <strong>história + exame físico + imagem</strong></li>
<li>impacto significativo na função/qualidade de vida</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1477 aligncenter" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-18.49.55.png" alt="hernia de disco lombar " width="538" height="308" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-18.49.55.png 538w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-18.49.55-300x172.png 300w" sizes="(max-width: 538px) 100vw, 538px" /></p>
<p>Um jeito prático de pensar: a cirurgia pode ser uma opção quando você responde “sim” para várias destas perguntas:</p>
<ul>
<li>Você já fez <strong>fisioterapia</strong> (quando indicada para o seu problema)?</li>
<li>Já tentou <strong>medicamentos</strong> para reduzir inflamação, relaxar musculatura e/ou controlar dor?</li>
<li>Já fez <strong>infiltrações</strong> ou outros procedimentos não cirúrgicos para dor?</li>
<li>Já realizou exames como <strong>raio-x</strong>, <strong>tomografia</strong> e/ou <strong>ressonância</strong>?</li>
<li>Houve necessidade de <strong>injeções diagnósticas</strong> (em casos específicos) para confirmar a origem da dor?</li>
<li>Foi identificada uma <strong>causa estrutural</strong> para o seu quadro?</li>
<li>A dor reduz claramente sua <strong>qualidade de vida</strong>, sono, trabalho ou capacidade de atividade?</li>
</ul>
</section>
<section id="condicoes">
<h2>Quais condições podem se beneficiar da cirurgia da coluna vertebral?</h2>
<p>Muitas dores nas costas e no pescoço melhoram com tratamento não cirúrgico. Ainda assim, para pacientes que não respondem bem ao conservador,<br />
a cirurgia pode ser adequada em situações como:</p>
<ul>
<li><strong>Estenose do canal vertebral (estenose espinhal)</strong>: quando há obstrução do tunel da coluna. Neste caso você pode se beneficiar de cirurgia quando há limitação importante e correlação clínica.&nbsp;
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_1478" aria-describedby="caption-attachment-1478" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1478" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.15.22.png" alt="Imagem de pernas com trajeto da dor ciática" width="750" height="486" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.15.22.png 892w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.15.22-300x194.png 300w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.15.22-768x498.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1478" class="wp-caption-text">Trajeto da dor na perna de acordo com a localização da hérnia de disco- L significa lombar sendo seguido pelo número da vertébra por onde o nervo &#8220;sai&#8221;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</li>
<li><strong>Protusão discal / hérnia de disco</strong>: um fragmento da cartilagem se solta e pode causar dor irradiada, dormência e fraqueza quando comprime raiz nervosa ou medula.</li>
<li><strong>Hérnia de disco cervical ou lombar</strong>: em casos com compressão neural e falha do conservador, a cirurgia pode melhorar dor e função.</li>
<li><strong>Doença degenerativa do disco (DDD)</strong>: em casos bem selecionados, pode-se discutir cirurgia (inclusive substituição de disco em indicações específicas).</li>
<li><strong>Espondilolistese</strong>: quando há escorregamento vertebral com sintomas e falha do conservador, a estabilização (fusão) pode ser indicada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_1234" aria-describedby="caption-attachment-1234" style="width: 568px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1234" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-10.52.15-4-1.jpeg" alt="tomografia lombar com espondilolistese" width="568" height="717" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-10.52.15-4-1.jpeg 922w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-10.52.15-4-1-238x300.jpeg 238w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-10.52.15-4-1-812x1024.jpeg 812w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-10.52.15-4-1-768x969.jpeg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1234" class="wp-caption-text">.     Figura: ESPONDILOLISTESE: imagem de tomografia da coluna lombar com vértebra com escorregamento Lombar número 5 sobre a sacral número 1 (L5S1)</figcaption></figure>
<ul>
<li><strong>Mielopatia</strong>: compressão/sofrimento medular pode exigir tratamento cirúrgico com maior urgência, dependendo do caso.</li>
<li><strong>Cisto sinovial</strong>: pode comprimir nervos e gerar sintomas semelhantes a hérnia/estenose.</li>
<li><strong>Artropatia facetária</strong>: o tratamento costuma ser escalonado; cirurgia é para casos selecionados.</li>
<li><strong>Perda de controle motor ou da bexiga/intestino</strong>: situações raras podem demandar avaliação urgente e, muitas vezes, cirurgia.</li>
</ul>
</section>
<section id="tipos-comuns">
<h2>Quais são os tipos mais comuns de cirurgia de coluna?</h2>
<p>De forma geral, os procedimentos se organizam em <strong>duas grandes categorias</strong>:<br />
<strong>descompressão</strong> (liberar nervos) e <strong>estabilização</strong> (reduzir movimento e dar estabilidade).</p>
<h3>1) Cirurgias de descompressão</h3>
<p>Objetivo: <strong>aliviar a pressão sobre nervos</strong> (dor irradiada, formigamento, fraqueza).</p>
<h4>Discectomia / Microdiscectomia</h4>
<p>Indicada quando há compressão por hérnia/protusão discal. Remove-se o material discal que está pressionando o nervo e,<br />
quando necessário, realizam-se pequenas manobras ósseas para acesso e descompressão.</p>
</section>
<p>&nbsp;</p>
<section id="tipos-comuns">
<figure id="attachment_1479" aria-describedby="caption-attachment-1479" style="width: 467px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1479" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.28.10.png" alt="fragmento de disco intervertebral" width="467" height="575" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.28.10.png 1250w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.28.10-244x300.png 244w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.28.10-832x1024.png 832w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.28.10-768x945.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1479" class="wp-caption-text">Figura: hérnia de disco de aproximadamente 30 mm que comprimia nervo da coluna com dor ciática</figcaption></figure>
<h4></h4>
<h4>Facetectomia (parcial)</h4>
<p>Quando as facetas (articulações da coluna) contribuem para compressão nervosa, pode-se remover<br />
<strong>a menor quantidade possível</strong> de osso para liberar o nervo.</p>
<h4>Foraminotomia</h4>
<p>Amplia o forame (passagem por onde o nervo sai da coluna) quando ele está estreitado por osso, disco ou tecidos ao longo do tempo.</p>
<h4>Laminectomia / Laminotomia</h4>
<p>Procedimentos que atuam no arco ósseo posterior (lâmina) para descompressão do canal.<br />
A escolha depende do caso e do objetivo da descompressão.</p>
<hr />
<h3>2) Cirurgias de estabilização</h3>
<p>Objetivo: <strong>reduzir ou eliminar movimento doloroso</strong> e dar <strong>estabilidade</strong> quando há instabilidade,<br />
deformidade ou necessidade de suporte estrutural.</p>
<h4>Artrodese (fusão)</h4>
<p>Une duas ou mais vértebras para estabilizar um segmento. Pode usar implantes (parafusos, hastes, placas) e enxerto ósseo.<br />
Pode ser cervical, torácica ou lombar, em um ou múltiplos níveis.</p>
<h4>ACDF (Discectomia e artrodese cervical anterior)</h4>
<p>Procedimento comum na coluna cervical, indicado quando há compressão e/ou instabilidade com sintomas relevantes,<br />
após avaliação criteriosa.</p>
<h4>Substituição de disco (artroplastia)</h4>
<p>Alternativa em casos selecionados: remove-se o disco doente e coloca-se uma prótese para preservar mobilidade,<br />
mais comum na coluna cervical.</p>
</section>
<section id="tecnicas">
<h2>Quais são as técnicas de cirurgia da coluna vertebral?</h2>
<p>A cirurgia pode ser realizada por diferentes técnicas, e isso não é “melhor” ou “pior” por si só — depende da indicação.</p>
<h3>Cirurgia aberta</h3>
<p>Técnica tradicional, com incisão maior, permitindo acesso direto às estruturas.</p>
<h3>Cirurgia minimamente invasiva</h3>
<p>Em casos selecionados, é possível operar com incisões menores e instrumentos específicos (ex.: microscópio, endoscópio, retratores).<br />
Em geral, pode trazer menor agressão muscular e recuperação mais rápida em muitos pacientes.</p>
</section>
<p>&nbsp;</p>
<section id="tecnicas">
<figure id="attachment_1480" aria-describedby="caption-attachment-1480" style="width: 494px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1480" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.33.12.png" alt="cirurgiao operando coluna por vídeo" width="494" height="617" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.33.12.png 1336w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.33.12-240x300.png 240w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.33.12-820x1024.png 820w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-01-as-20.33.12-768x959.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1480" class="wp-caption-text">Dr. Guilherme Foizer em cirurgia de hérnia de disco por vídeo.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
</section>
<section id="minimamente-invasiva-vs-laser">
<h2>Cirurgia minimamente invasiva x “cirurgia a laser”: qual é a diferença?</h2>
<p>Muitas pessoas pesquisam “cirurgia a laser” porque é um termo muito divulgado.<br />
Porém, na prática, <strong>cirurgia de coluna com laser é rara</strong> e indicada em situações específicas.<br />
Em muitos casos, “laser” é usado como termo genérico para descrever técnicas menos invasivas — que frequentemente<br />
<strong>não envolvem laser</strong>.</p>
<p>O que mais influencia o resultado é:</p>
<ul>
<li>diagnóstico correto</li>
<li>indicação adequada</li>
<li>técnica bem escolhida</li>
<li>execução segura e acompanhamento de recuperação</li>
</ul>
</section>
<section id="como-escolher">
<h2>Como escolher um cirurgião de coluna?</h2>
<p>Tanto ortopedistas quanto neurocirurgiões podem atuar com cirurgia de coluna. O mais importante é avaliar<br />
<strong>formação, experiência e transparência</strong>.</p>
<ul>
<li>experiência no <strong>tipo de procedimento</strong> proposto</li>
<li>capacidade de explicar <strong>benefícios, riscos e alternativas</strong></li>
<li>decisão compartilhada (sem promessas de “cura garantida”)</li>
<li>equipe estruturada e acompanhamento pós-operatório</li>
</ul>
<p>Além disso, é essencial que você se sinta confortável para tirar dúvidas e entender o plano.</p>
</section>
<section id="preparo">
<h2>Como me preparo para uma cirurgia na coluna?</h2>
<ul>
<li>Informe-se sobre seu diagnóstico e o plano cirúrgico (o que será feito e por quê).</li>
<li>Converse sobre <strong>pré-habilitação</strong> (caminhada e exercícios orientados, quando apropriado).</li>
<li>Se indicado, pare de fumar: tabagismo pode aumentar complicações e atrasar consolidação.</li>
<li>Informe todos os medicamentos e suplementos; pode ser necessário suspender alguns conforme orientação médica.</li>
<li>Organize a casa e suporte familiar (alimentação, transporte, ajuda nos primeiros dias).</li>
<li>Programe consultas de retorno e alinhe expectativas de retorno a dirigir, trabalhar e fazer atividades.</li>
</ul>
</section>
<section id="dia-da-cirurgia">
<h2>Quais são as instruções para o dia da cirurgia da coluna?</h2>
<p>O padrão mais comum inclui:</p>
<ul>
<li>jejum conforme orientação (frequentemente a partir da meia-noite)</li>
<li>banho com sabonete antisséptico quando recomendado</li>
<li>levar documentos e itens pessoais essenciais</li>
<li>seguir a lista específica fornecida pela equipe</li>
</ul>
<p>As orientações variam por hospital, anestesia e tipo de cirurgia — sua equipe vai personalizar.</p>
</section>
<section id="recuperacao">
<h2>O que inclui a recuperação de uma cirurgia na coluna?</h2>
<p>A recuperação depende do procedimento e do seu estado geral. Em geral, a equipe orienta:</p>
<ul>
<li>quando retornar ao trabalho (parcial ou integral)</li>
<li>quando voltar a dirigir</li>
<li>quando retomar atividades (escadas, exercícios, levantar peso)</li>
<li>quanta dor é esperada e por quanto tempo</li>
<li>quais sintomas são esperados e quais são <strong>sinais de alerta</strong></li>
<li>quando entrar em contato com o cirurgião</li>
</ul>
</section>
<section id="controle-da-dor">
<h2>O que é usado para o controle da dor após cirurgia na coluna?</h2>
<p>O controle da dor costuma envolver combinação de estratégias, como analgésicos, anti-inflamatórios (quando apropriados), anestésicos locais e medidas multimodais. A escolha é individualizada, levando em conta o tipo de cirurgia, comorbidades e segurança. Não é uma cirurgia dolorosa de modo geral, pelo contrário! As dores costumam melhorar após o procedimento.</p>
</section>
<section id="faq" class="faq">
<h2>Perguntas frequentes (FAQ)</h2>
<details open="open">
<summary><strong>A cirurgia é sempre o próximo passo quando tenho dor?</strong></summary>
<p>Não. Na maioria dos casos, o primeiro passo é tratamento conservador por tempo adequado, salvo situações de urgência.</p>
</details>
<details open="open">
<summary><strong>O que define se “vale a pena” operar?</strong></summary>
<p>Quando existe uma causa bem conhecida correlacionada aos sintomas, impacto nas atividades de rotina do paciente, DOR relevante e falha do tratamento conservador — com benefício esperado realista.</p>
</details>
<details open="open">
<summary><strong>“Laser” é melhor?</strong></summary>
<p>Em muitos contextos, “laser” é usado como termo genérico de marketing. O ponto central é a indicação correta e a técnica adequada para o seu caso.</p>
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<summary><strong>Quanto tempo dura a recuperação?</strong></summary>
<p>Varia conforme o procedimento e o paciente. A equipe define marcos de retorno a dirigir, trabalhar e fazer atividade física.</p>
</details>
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</ul>
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		<title>Escoliose: guia completo sobre diagnóstico e tratamento</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 11:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo escrito e revisado por médico especialista Este conteúdo foi escrito e revisado por Dr. Guilherme Foizer, médico ortopedista com atuação em cirurgia da coluna, com acompanhamento de pacientes com escoliose infantil, adolescente e do adulto. CRM-SP: 114430 &#124; RQE: 40798 Mestre – UNICAMP &#124; Doutorando – USP Este material tem caráter educativo e não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conteúdo escrito e revisado por médico especialista</strong><br />
Este conteúdo foi escrito e revisado por <strong>Dr. Guilherme Foizer</strong>, médico ortopedista com atuação em <strong>cirurgia da coluna</strong>, com acompanhamento de pacientes com escoliose infantil, adolescente e do adulto.<br />
CRM-SP: 114430 | RQE: 40798<br />
Mestre – UNICAMP | Doutorando – USP<br />
Este material tem caráter educativo e não substitui consulta médica.</p>
<p><strong>Última atualização:</strong> dezembro de 2025</p>
<p><!-- ========================= PÁGINA: ESCOLIOSE (HTML PARA WORDPRESS) Cole no editor em modo "Código / Texto" ========================= --></p>
<h2></h2>
<h2>1. O que é escoliose?</h2>
<p><strong>Escoliose</strong>, por definição, é um desvio da coluna vertebral em três planos:</p>
<ul>
<li>quando observada de frente ou de costas (<strong>plano coronal</strong>),</li>
<li>quando observada de lado (<strong>plano sagital</strong>),</li>
<li>e no próprio eixo da coluna, com <strong>rotação das vértebras</strong>.</li>
</ul>
<p>Além disso, para que esse desvio seja considerado escoliose, ele precisa ultrapassar <strong>10 graus</strong>, medidos no raio-x por uma medida chamada <strong>ângulo de Cobb</strong>.</p>
<p>Uma forma simples de entender esse conceito é imaginar uma linha que deveria seguir reta em direção a um ponto. Em determinado momento, essa linha faz uma curva e modifica sua trajetória. É isso que acontece com a coluna na escoliose.</p>
<p><!-- FIGURA 1 --></p>
<figure id="attachment_1432" aria-describedby="caption-attachment-1432" style="width: 894px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/escoliose-fig-1.jpg" alt="Radiografia mostrando escoliose medida pelo ângulo de Cobb" width="894" height="764" /><figcaption id="caption-attachment-1432" class="wp-caption-text">Figura 1: Exemplo de escoliose medida no raio-x: à esquerda, observa-se uma coluna com ângulo de Cobb menor que 10° (sem escoliose). À direita, nota-se uma curvatura (seta vermelha) que se desvia da linha de referência (verde). Para que a cabeça permaneça equilibrada sobre a bacia, o próprio organismo pode formar uma segunda curva, chamada curva compensatória (indicada em amarelo).</figcaption></figure>
<p>As escolioses apresentam uma incidência estimada entre <strong>2 e 3%</strong> da população, de acordo com estudos epidemiológicos. Portanto, trata-se de uma condição relativamente comum e que nem sempre deve ser motivo de grande preocupação para pais e pacientes.</p>
<p>Portanto, o mais importante é que a escoliose seja identificada, medida corretamente e acompanhada por um médico ortopedista com experiência em doenças da coluna vertebral.</p>
<h2>Quais são os sintomas da escoliose?</h2>
<p>A deformidade causada pela inclinação e rotação das vértebras pode tornar-se perceptível ao observar a pessoa, principalmente pelas costas. Este é o principal sinal da escoliose e sua intensidade varia conforme:</p>
<ul>
<li>o tamanho da curva (<strong>ângulo de Cobb</strong>),</li>
<li>o número de vértebras acometidas,</li>
<li>e o grau de rotação vertebral.</li>
</ul>
<p>Quanto maior a magnitude da curva, maior tende a ser a percepção da deformidade.</p>
<figure id="attachment_1450" aria-describedby="caption-attachment-1450" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA5.jpg" alt="infografico com alteracoes no corpo de pessoa com escoliose" width="650" height="606" /><figcaption id="caption-attachment-1450" class="wp-caption-text">Figura 2: Sinais clínicos de escoliose</figcaption></figure>
<p>A literatura científica demonstrou que escolioses de grande magnitude, especialmente aquelas acima de <strong>90 graus</strong>, não são apenas um problema estético. Estudos de seguimento em longo prazo mostraram que, quando não tratadas, essas deformidades podem estar associadas a piora funcional, dor crônica, comprometimento pulmonar progressivo e até aumento da mortalidade ao longo da vida (Pehrsson et al., 1992; Helenius et al., 2014).</p>
<p>Assim, em pacientes mais jovens, que ainda estão em fase de desenvolvimento pulmonar, ângulos menores podem ser clinicamente relevantes. Na escoliose idiopática infantil ou juvenil, a restrição da expansão do tórax pode levar a graus variados de insuficiência respiratória, mesmo com curvas menos acentuadas.</p>
<p>Felizmente, curvas tão graves são raras. A imensa maioria dos pacientes apresenta ângulos inferiores a <strong>20 graus</strong>, que geralmente permitem acompanhamento conservador.</p>
<h2>O que causa escoliose?</h2>
<p>Cada tipo de escoliose possui uma causa específica.</p>
<ul>
<li><strong>Escoliose congênita:</strong> ocorre por defeitos na formação ou na separação das vértebras ainda durante o desenvolvimento do feto.</li>
<li><strong>Escoliose neuromuscular:</strong> resulta de desequilíbrios musculares, geralmente associados a doenças neurológicas, como a paralisia cerebral.</li>
<li><strong>Escoliose degenerativa:</strong> surge na idade adulta, como consequência do envelhecimento assimétrico dos discos e das articulações da coluna, podendo envolver desgaste articular, microfraturas ou “afundamento” assimétrico das vértebras.</li>
<li><strong>Escoliose idiopática:</strong> é a forma mais comum. Recebe esse nome porque a causa ainda não é conhecida. Acomete principalmente meninas durante a adolescência.<figure id="attachment_1448" aria-describedby="caption-attachment-1448" style="width: 850px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA2.png" alt="Tabela resumindo [o tema] com classificação por [critério principal]" width="850" height="658" /><figcaption id="caption-attachment-1448" class="wp-caption-text">Tabela 1: tipos de escoliose de acordo com as causas.</figcaption></figure></li>
</ul>
<h2>Como se faz o diagnóstico da escoliose e quais exames são realizados?</h2>
<p>A escoliose pode ser inicialmente percebida pela observação do tronco. Muitas vezes, a mãe, o pai ou outro familiar nota uma assimetria, como diferença entre os lados do corpo em relação aos braços, à cintura ou aos ombros. Em alguns casos, observa-se também uma proeminência das costelas, próxima a um osso chamado escápula.</p>
<p>Desse modo, durante a avaliação médica, o ortopedista observa esses sinais e realiza um exame físico específico chamado <strong>Teste de Adams</strong>. Nesse teste, o paciente inclina o tronco para frente, flexionando a coluna torácica e lombar, sem dobrar os joelhos. Nos casos em que existe escoliose estrutural, torna-se visível uma elevação assimétrica das costelas, conhecida como <strong>giba costal</strong>.</p>
<figure id="attachment_1442" aria-describedby="caption-attachment-1442" style="width: 404px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-3.png" alt="homem sem camisa visto de costas com escoliose" width="404" height="532" /><figcaption id="caption-attachment-1442" class="wp-caption-text">Figura 3- Sinal clinco demonstrando alteração do triângulo de talhe- formado pela regiao do braço e tronco- em paciente com escoliose idiopática</figcaption></figure>
<figure id="attachment_1449" aria-describedby="caption-attachment-1449" style="width: 344px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA4.png" alt="foto de homem sem camisa visto por tras com giba costal escoliose" width="344" height="447" /><figcaption id="caption-attachment-1449" class="wp-caption-text">Figura 4- Exacerbação da giba costal em paciente realizando o teste de Adam&#8217;s. Escoliose idiopática grave.</figcaption></figure>
<p><!-- FIGURA 2 --></p>
<figure></figure>
<h3>Exames de imagem</h3>
<p>O principal exame para confirmar o diagnóstico de escoliose é a <strong>radiografia panorâmica da coluna total</strong>, realizada com o paciente em pé. Esse exame permite:</p>
<ul>
<li>confirmar a presença da escoliose,</li>
<li>medir o ângulo de Cobb,</li>
<li>avaliar o padrão da curva,</li>
<li>e acompanhar sua evolução ao longo do tempo.</li>
</ul>
<p>Portanto, diferentemente do raio-x convencional, essa radiografia utiliza um filme maior, capaz de captar toda a coluna em uma única imagem. Embora não esteja disponível em todos os centros diagnósticos, o acesso costuma ser relativamente fácil, tanto do ponto de vista logístico quanto de custo.</p>
<p>Ao longo do acompanhamento ou na fase pré-operatória, o médico pode solicitar exames complementares, como:</p>
<ul>
<li><strong>Ressonância magnética</strong>, para avaliar a medula espinhal e afastar doenças associadas, como siringomielia, medula presa ou malformações de Chiari;</li>
<li><strong>Tomografia computadorizada</strong>, especialmente para estudo detalhado das vértebras em casos congênitos ou planejamento cirúrgico.</li>
</ul>
<p>Além disso, antes de uma eventual cirurgia, são solicitados exames clínicos e laboratoriais para garantir a segurança do paciente e reduzir os riscos do procedimento.</p>
<h2>A escoliose piora com o tempo?</h2>
<p>Depende. A literatura científica mostra que a escoliose pode continuar evoluindo ao longo da vida, especialmente quando atinge ângulos mais elevados.</p>
<p>Estudos clássicos que acompanharam pacientes com escoliose idiopática não tratada por várias décadas, como os de Stuart L. Weinstein e Ignacio V. Ponseti, demonstraram que curvas acima de <strong>50 graus</strong> tendem a continuar progredindo mesmo após o término do crescimento, com uma taxa média aproximada de <strong>1 grau por ano</strong>.</p>
<p>Com isso, pesquisas mais recentes, como as de Timothy Ward, mostraram que essa progressão da escoliose não é linear. Em curvas acima de <strong>40 graus</strong>, a evolução pode ser mais rápida em determinados períodos, chegando a vários graus por ano, especialmente nos primeiros anos após a curva ultrapassar esse limiar.</p>
<p>Quando a escoliose atinge valores superiores a <strong>90 graus</strong>, ela deixa de ser apenas uma alteração da coluna. Estudos de seguimento em longo prazo, como os de Kari Pehrsson e Ilkka Helenius, demonstraram que escolioses graves não tratadas estão associadas a piora funcional, comprometimento pulmonar e impacto negativo na qualidade de vida ao longo dos anos.</p>
<p>De forma prática, a evolução da escoliose depende principalmente de três fatores:</p>
<ul>
<li>idade do paciente e estágio puberal;</li>
<li>quanto crescimento ósseo ainda resta;</li>
<li>tamanho e padrão da curva, medidos pelo ângulo de Cobb.</li>
</ul>
<p>Diversos estudos mostram que o maior risco de progressão ocorre durante o <strong>estirão puberal</strong>, período que antecede a menstruação nas meninas e o desenvolvimento das características sexuais secundárias em ambos os sexos. Nessa fase, as curvas podem piorar de forma mais rápida.</p>
<p>Assim, em curvas moderadas (<strong>25–40 graus</strong>) em adolescentes que ainda estão em crescimento, a progressão sem tratamento pode ser clinicamente significativa, o que justifica o acompanhamento rigoroso e, em alguns casos, a indicação de tratamento conservador.</p>
<h2>Quais os tipos de tratamento existem atualmente?</h2>
<p>A escolha do tratamento da escoliose depende de alguns fatores fundamentais, entre eles:</p>
<ul>
<li>a causa da escoliose (idiopática, congênita, neuromuscular, degenerativa etc.);</li>
<li>a idade do paciente e se ainda há crescimento ósseo;</li>
<li>a magnitude da curva, medida pelo ângulo de Cobb;</li>
<li>o risco de progressão ao longo do tempo.</li>
</ul>
<p>De forma didática, os tratamentos podem ser divididos em <strong>tratamento conservador</strong> e <strong>tratamento cirúrgico</strong>.</p>
<h3>Tratamento conservador</h3>
<p>O tratamento conservador engloba estratégias sem cirurgia e pode incluir:</p>
<ul>
<li>apenas observação clínica e radiográfica,</li>
<li>prática de atividades físicas orientadas,</li>
<li>fisioterapia, RPG, pilates ou exercícios específicos para escoliose,</li>
<li>uso de órteses (coletes) em situações selecionadas.</li>
</ul>
<p>De modo geral, o tratamento conservador não “cura” a escoliose, mas pode reduzir o risco de progressão da curva e, em muitos casos, evitar que ela atinja valores que indiquem cirurgia.</p>
<p>Esse tipo de abordagem é indicado para a grande maioria dos pacientes, sendo especialmente adequado quando as curvas apresentam menor magnitude e o risco de progressão é baixo ou moderado. Em termos práticos, costuma ser a primeira opção em pacientes que não atingiram cerca de <strong>40 graus</strong>, embora essa decisão deva sempre ser individualizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Tratamento cirúrgico</h3>
<p>O tratamento cirúrgico tem como objetivo corrigir a deformidade, estabilizar a coluna e evitar progressão futura da curva.</p>
<p>Para isso, a cirurgia consiste na colocação de parafusos e hastes metálicas para alinhar a coluna. Após a correção, o cirurgião promove a <strong>artrodese</strong>, isto é, a união definitiva de determinadas vértebras. Esse processo envolve a preparação das superfícies ósseas para que os ossos se consolidem entre si, formando uma estrutura estável que mantém a correção obtida ao longo do tempo.</p>
<p>A indicação cirúrgica depende de vários fatores e geralmente é considerada quando:</p>
<ul>
<li>a curva atinge magnitudes associadas a maior risco de progressão;</li>
<li>há falha do tratamento conservador;</li>
<li>ou existe impacto funcional, estético ou clínico relevante.</li>
</ul>
<p>A decisão pela cirurgia deve sempre ser feita de forma individualizada, após discussão detalhada entre o médico, o paciente e a família.</p>
<h2>Tratamento da escoliose idiopática (infantil, juvenil e principalmente do adolescente – AIS)</h2>
<p>A escoliose idiopática é a forma mais comum de escoliose, especialmente na adolescência. O tratamento é definido de acordo com o tamanho da curva, o potencial de crescimento e o risco de progressão.</p>
<h3>Observação e seguimento</h3>
<p>Em curvas leves e/ou com baixo risco de progressão, o tratamento consiste em observação regular, com avaliações clínicas e radiografias panorâmicas da coluna em pé, geralmente a cada 6 meses. A frequência do acompanhamento pode variar conforme a velocidade de crescimento, a maturidade esquelética e o padrão da curva.</p>
<p>Diretrizes e revisões clínicas destacam essa estratégia quando a probabilidade de progressão para limiares cirúrgicos é considerada baixa, evitando tratamentos desnecessários e exposição excessiva a exames.</p>
<h3>Tratamento conservador: órteses (coletes) e exercícios específicos</h3>
<p>Para pacientes com curvas de maior risco, especialmente aqueles que ainda estão em crescimento, o uso do colete ortopédico mostrou-se eficaz para reduzir a progressão da escoliose até o limiar cirúrgico.</p>
<p>Notamos que a evidência científica mais robusta nesse contexto veio do estudo multicêntrico <strong>BrAIST</strong> (Bracing in Adolescent Idiopathic Scoliosis Trial), publicado no <em>New England Journal of Medicine</em> em 2013. Esse estudo demonstrou uma relação dose–resposta clara: quanto maior o tempo diário de uso do colete, maior a chance de sucesso em evitar a progressão da curva para indicação cirúrgica.</p>
<figure id="attachment_1451" aria-describedby="caption-attachment-1451" style="width: 770px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA6.png" alt="radiografias comparando antes e depois do colete na escoliose" width="770" height="642" /><figcaption id="caption-attachment-1451" class="wp-caption-text">Figura 5- Diminuição importante do angulo de Cobb após tratamento com colete. Caso tratado pelo autor, autorizada divulgação.</figcaption></figure>
<p>Além do colete, os exercícios fisioterapêuticos específicos para escoliose (PSSE) têm papel complementar. Estudos indicam que esses exercícios podem ajudar no controle postural, na função e, em situações selecionadas, na redução do risco de progressão.</p>
<figure id="attachment_1452" aria-describedby="caption-attachment-1452" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA7.png" alt="menina com escoliose usando colete para tratamento correção" width="570" height="854" /><figcaption id="caption-attachment-1452" class="wp-caption-text">Figura 6- Colete Rigo Chêneau também chamado colete ”3D” .</figcaption></figure>
<p>As diretrizes da <strong>SOSORT</strong>, publicadas em 2016, sintetizaram as evidências disponíveis e propuseram recomendações baseadas no nível de risco, integrando observação, exercícios específicos e uso de colete de forma individualizada.</p>
<h3>Tratamento cirúrgico na escoliose idiopática do adolescente</h3>
<p>A cirurgia para a escoliose idiopática do adolescente foi tradicionalmente indicada quando a curva atingiu magnitudes associadas a alto risco de progressão contínua e deformidade estrutural estabelecida, geralmente ao redor de <strong>45–50 graus</strong> em pacientes ainda em crescimento.</p>
<p>Partindo-se desse pressuposto, o objetivo da cirurgia é corrigir a deformidade, restaurar o alinhamento da coluna e evitar progressão futura, por meio de artrodese instrumentada com parafusos e hastes. Esses materiais geralmente são feitos de titânio ou cromo-cobalto e não têm necessidade de serem retirados posteriormente.</p>
<figure id="attachment_1453" aria-describedby="caption-attachment-1453" style="width: 678px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA8.jpg" alt="4 imagens com radiografias e paciente com antes e depois de cirurgia de escoliose" width="678" height="966" /><figcaption id="caption-attachment-1453" class="wp-caption-text">Figura 7- Imagens mostrando a radiografia e foto clinica de paciente de 15 anos antes e 10 dias depois de tratamento cirúrgico de correção cirúrgica de escoliose idiopática do adolescente. Fotos autorizadas, do acervo do autor.</figcaption></figure>
<p>Revisões clínicas e critérios amplamente utilizados na prática, incluindo aqueles propostos pela Scoliosis Research Society (SRS), ajudam a orientar o momento ideal da intervenção. Ainda assim, estudos de atenção primária ressaltam que a superioridade da cirurgia sobre estratégias conservadoras em determinados desfechos de longo prazo nem sempre foi testada em estudos controlados, reforçando a importância da individualização do tratamento e da decisão compartilhada entre médico, paciente e família.</p>
<h2>Escoliose congênita (falhas de formação ou segmentação vertebral)</h2>
<p>Já a escoliose congênita é um tipo mais raro de escoliose, presente desde o nascimento. Estima-se que ocorra em aproximadamente 1 a cada 1.000 a 2.000 nascidos vivos. Ela se desenvolve porque, ainda durante a gestação, algumas vértebras não se formam adequadamente ou não se separam corretamente umas das outras.</p>
<p>Esse processo acontece muito cedo no desenvolvimento do bebê, quando a coluna ainda está sendo “construída”. Por esse motivo, a escoliose congênita não está relacionada à postura, uso de mochila, prática esportiva ou hábitos do dia a dia.</p>
<p>Como o problema está na estrutura óssea da vértebra, a curva apresenta algumas características típicas:</p>
<ul>
<li>não se corrige quando o médico tenta endireitar manualmente a coluna;</li>
<li>não melhora com exercícios ou mudanças de posição;</li>
<li>tende a ser mais rígida e menos flexível do que outros tipos de escoliose.</li>
</ul>
<p>Para estes casos, a chance de progressão da curva ao longo do crescimento depende diretamente do tipo de anomalia vertebral presente. De forma geral, podem ocorrer dois grandes grupos de alterações:</p>
<ul>
<li><strong>falhas de segmentação</strong>, quando as vértebras não se separam adequadamente;</li>
<li><strong>falhas de formação</strong>, quando a vértebra se forma de maneira incompleta ou assimétrica, como nas hemivértebras.</li>
</ul>
<figure id="attachment_1445" aria-describedby="caption-attachment-1445" style="width: 850px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-9.png" alt="radiografia de coluna com escoliose e mal formação vertebral" width="850" height="886" /><figcaption id="caption-attachment-1445" class="wp-caption-text">Figura 9- Radiografia de criança de 8 anos com presença de varias vertebras mal formadas. Observe que embora haja anomalia importante, a curvatura não é tao acentuada em virtude da presença de vértebras em posições opostas que se &#8220;anulam&#8221; na angulação. Fotografia autorizada do acervo do autor.</figcaption></figure>
<p>Cada um desses padrões apresenta um comportamento evolutivo diferente, o que torna essencial a avaliação individualizada.</p>
<h3>Tratamento da escoliose congênita</h3>
<p>O tratamento da escoliose congênita não é igual para todos os pacientes. Ele varia conforme:</p>
<ul>
<li>a idade da criança;</li>
<li>o tipo e a extensão da malformação vertebral;</li>
<li>o risco de progressão da curva;</li>
<li>e a presença de impacto no crescimento do tórax e dos pulmões.</li>
</ul>
<p>De forma geral, três estratégias principais foram descritas na literatura médica:</p>
<h4>Fusão precoce da coluna (em casos selecionados)</h4>
<p>Em algumas situações específicas, opta-se por realizar uma fusão precoce de um segmento curto da coluna, com o objetivo de conter a progressão da curva durante o crescimento.</p>
<p>Nesses casos, a meta não é corrigir totalmente a deformidade, mas evitar que ela se torne grave e cause consequências funcionais mais importantes no futuro.</p>
<h4>Ressecção de vértebra malformada (hemivértebra)</h4>
<p>Quando a deformidade está concentrada em uma vértebra específica malformada, pode ser indicada a retirada cirúrgica dessa vértebra (hemivértebra), seguida de uma correção localizada com fusão curta.</p>
<figure id="attachment_1454" aria-describedby="caption-attachment-1454" style="width: 850px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1454" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA10.png" alt="radiografias comparativas com antes e depois de cirurgia de escoliose congênita" width="850" height="508" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA10.png 850w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA10-300x179.png 300w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA10-768x459.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1454" class="wp-caption-text">Figura 10- Escoliose congênita tratada com resseção da vértebra. Radiografia da esquerda mostrando coluna lombar de paciente de 5 anos com mal formação na terceira vertebra lombar. A radiografia da direita mostra o paciente com 8 anos mantendo o material de síntese ( ganchos laminares) intacto e sem piora da escoliose. Foto autorizada do arquivo do autor (dr. Guilherme Foizer)</figcaption></figure>
<p>Essa abordagem busca tratar a causa da deformidade, permitindo boa correção da curva e preservando o máximo possível da mobilidade da coluna nos segmentos não acometidos.</p>
<h4>Técnicas que preservam o crescimento (em crianças pequenas)</h4>
<p>Em bebês e crianças muito pequenas, uma preocupação central é permitir que o tórax e os pulmões continuem a se desenvolver adequadamente.</p>
<p>Nesses casos, podem ser utilizadas estratégias que controlam a progressão da curva sem impedir o crescimento da coluna, adiando cirurgias definitivas para uma idade mais segura. Dispositivos como sistemas de crescimento e técnicas expansíveis foram desenvolvidos com esse objetivo.</p>
<figure id="attachment_1455" aria-describedby="caption-attachment-1455" style="width: 344px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1455" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA11.png" alt="desenho mostrando anatomia da coluna e costelas com dispositivo VEPTR" width="344" height="346" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA11.png 344w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA11-298x300.png 298w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA11-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /><figcaption id="caption-attachment-1455" class="wp-caption-text">Figura 11- VEPTR (Costela de Titânio Expansível): dispositivo implantado em crianças pequenas com deformidades graves do tórax e da coluna. Ele funciona como um “andaime”, abrindo espaço para o crescimento do tórax e dos pulmões. A haste pode ser alongada periodicamente, acompanhando o crescimento da criança e adiando cirurgias definitivas da coluna.</figcaption></figure>
<p>Ao se considerar estudos cirúrgicos, obeserva-se que a ressecção posterior de hemivértebra com fusão curta é eficaz para correção de deformidades focais, com bons resultados em seguimentos de médio e longo prazo. Em contraste, deformidades congênitas mais extensas, envolvendo múltiplas anomalias vertebrais, tendem a exigir estratégias mais complexas e apresentam maior risco de progressão residual ou falhas mecânicas.</p>
<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_1456" aria-describedby="caption-attachment-1456" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1456" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA12.png" alt="RADIOGRAFIA DE COLUNA ANTES E DEPOIS COM CORREÇAO CIRURGICA DE ESCOLIOSE CONGENITA" width="696" height="536" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA12.png 696w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA12-300x231.png 300w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><figcaption id="caption-attachment-1456" class="wp-caption-text">Figura 12- Escoliose congenita por falha de segmentação posterior em paciente adulto sem tratamento na infancia e adolescencia. Foto autorizada do acervo de cirurgias do autor.</figcaption></figure>
<h2>Escoliose neuromuscular (paralisia cerebral, distrofias, amiotrofias, entre outras)</h2>
<p>A escoliose neuromuscular ocorre como consequência de um desequilíbrio muscular associado a doenças neurológicas ou musculares, como paralisia cerebral, distrofias musculares e amiotrofias. Diferentemente da escoliose idiopática, esse tipo de escoliose costuma apresentar progressão mais rápida e curvas mais extensas.</p>
<p>Com frequência, está associada a outros problemas, como:</p>
<ul>
<li>inclinação da pelve (obliquidade pélvica);</li>
<li>dificuldade para manter a postura sentada;</li>
<li>comprometimento respiratório;</li>
<li>dor e prejuízo funcional progressivo.</li>
</ul>
<h3>Tratamento conservador na escoliose neuromuscular</h3>
<p>O tratamento conservador, incluindo o uso de coletes, tem papel limitado no controle definitivo da deformidade. Em muitos casos, o objetivo principal não é impedir a progressão da curva a longo prazo, mas sim:</p>
<ul>
<li>oferecer suporte postural;</li>
<li>melhorar o conforto;</li>
<li>facilitar cuidados diários, como higiene e posicionamento.</li>
</ul>
<p>Desse modo, a literatura descreve que, em curvas progressivas, o tratamento conservador raramente consegue evitar a evolução da deformidade de forma duradoura.</p>
<h3>Tratamento cirúrgico na escoliose neuromuscular</h3>
<p>O pilar do tratamento para escolioses neuromusculares progressivas, tem sido o tratamento cirúrgico, especialmente quando há comprometimento da função, dificuldade para sentar, dor, obliquidade pélvica significativa ou impacto respiratório.</p>
<p>Em geral, o procedimento envolve uma artrodese longa da coluna, realizada pela via posterior, com hastes e parafusos, com atenção especial ao alinhamento global da coluna e da pelve.</p>
<p>Estudos e revisões sistemáticas mostraram que a cirurgia pode trazer melhora na qualidade de vida, no posicionamento sentado e no conforto do paciente. No entanto, trata-se de um procedimento complexo, associado a taxas mais elevadas de complicações, o que exige avaliação criteriosa e planejamento individualizado.</p>
<h3>Tendência atual: técnicas menos invasivas e correção progressiva</h3>
<p>Diante das altas taxas de complicações associadas às artrodeses extensas, especialmente em pacientes frágeis, houve nos últimos anos uma tendência ao desenvolvimento e à utilização de técnicas menos invasivas, aplicadas de forma mais precoce.</p>
<p>Uma dessas abordagens é a técnica bipolar descrita pelo professor Lofti Miladi, amplamente divulgada na literatura especializada. Essa técnica utiliza pontos de fixação proximais e distais, permitindo uma correção progressiva da deformidade, acompanhando o crescimento e a adaptação do corpo, com:</p>
<ul>
<li>menor agressão cirúrgica inicial;</li>
<li>menor impacto sobre o crescimento;</li>
<li>possibilidade de adiar cirurgias maiores.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_1446" aria-describedby="caption-attachment-1446" style="width: 850px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1446" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-13.png" alt="sequencia de imagens de radiografias e fotos de paciente com cirurgia de correção de escoliose neuromuscular" width="850" height="554" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-13.png 850w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-13-300x196.png 300w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-13-768x501.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1446" class="wp-caption-text">Figura 13-Técnica bipolar idealizada pelo dr. Loft Miladi. As hastes “deslizam” entre si, permitindo que a coluna se expanda com alinhamento controlado.</figcaption></figure>
<p>Essa estratégia busca equilibrar controle da deformidade, preservação funcional e redução de riscos em pacientes com escoliose neuromuscular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(<a href="https://www.scielo.br/j/coluna/a/sMGKnxx95HjH8qPzjqkdhsc/?format=html&amp;lang=en">https://www.scielo.br/j/coluna/a/sMGKnxx95HjH8qPzjqkdhsc/?format=html&amp;lang=en</a>)</p>
<h2>Escoliose degenerativa do adulto (adult spinal deformity – ADS)</h2>
<p>A escoliose degenerativa do adulto é uma curvatura da coluna que surge como consequência do processo de envelhecimento assimétrico dos discos intervertebrais e das articulações da coluna. Diferentemente dos outros tipos de escoliose, ela ocorre na vida adulta, sendo mais frequente em pacientes idosos.</p>
<figure id="attachment_1447" aria-describedby="caption-attachment-1447" style="width: 370px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1447" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-14.png" alt="imagem de tomografia de coluna com escoliose degenerativa" width="370" height="554" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-14.png 370w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/12/ESC-FIGURA-14-200x300.png 200w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" /><figcaption id="caption-attachment-1447" class="wp-caption-text">Figura 14- &#8220;Escoliose De Novo&#8221; representada na imagem de tomografia computadorizada de paciente de 70 anos, mostrando vertebra L3 com assimetria. Discos, articulações facetárias e até microfraturas participam do quadro.</figcaption></figure>
<p>Com o passar dos anos, o desgaste desigual dos discos, das articulações facetárias e, em alguns casos, a presença de microfraturas vertebrais, pode levar a um desalinhamento progressivo da coluna. Esse processo resulta em uma curvatura que não existia previamente, motivo pelo qual também é chamada de “escoliose de novo”.</p>
<p>Ao contrário da escoliose do adolescente, a escoliose degenerativa do adulto costuma estar fortemente associada a sintomas neurológicos, como:</p>
<ul>
<li>dor lombar crônica;</li>
<li>dor irradiada para as pernas;</li>
<li>perda de força;</li>
<li>alterações de sensibilidade;</li>
<li>dificuldade para caminhar;</li>
<li>sensação de desequilíbrio postural.</li>
</ul>
<p>Assim, os sintomas geralmente decorrem do estreitamento dos canais por onde passam os nervos da coluna (estenose), associado à deformidade.</p>
<h3>Tratamento não operatório</h3>
<p>O tratamento inicial, na maioria dos pacientes, é não cirúrgico, especialmente quando o principal problema é dor e limitação funcional, sem déficits neurológicos importantes.</p>
<p>As medidas conservadoras podem incluir:</p>
<ul>
<li>reabilitação e fisioterapia direcionada;</li>
<li>uso criterioso de analgésicos e anti-inflamatórios;</li>
<li>infiltrações selecionadas para controle da dor.</li>
</ul>
<p>Essas abordagens visam melhorar a qualidade de vida e retardar a necessidade de procedimentos mais invasivos, sempre respeitando os limites clínicos do paciente.</p>
<h3>Tratamento cirúrgico: descompressão isolada versus fusão e correção</h3>
<p>Em pacientes com escoliose degenerativa associada a instabilidade da coluna, a literatura demonstrou que a realização de descompressão isolada (cirurgia apenas para “liberar” os nervos, sem fixação com parafusos) pode levar a retorno precoce dos sintomas e piores resultados em determinados grupos.</p>
<p>Estudos clássicos compararam descompressão isolada com descompressão associada à artrodese em casos selecionados de escoliose degenerativa leve, observando menor recorrência dos sintomas nos pacientes submetidos à fixação com parafusos.</p>
<p>Revisões sobre o manejo da escoliose degenerativa do adulto descrevem uma abordagem progressiva e individualizada, que pode variar desde procedimentos menores, como descompressões focais, até cirurgias mais complexas, incluindo:</p>
<ul>
<li>artrodeses curtas ou longas;</li>
<li>correção da deformidade;</li>
<li>osteotomias em casos selecionados;</li>
<li>restauração do alinhamento e do equilíbrio global da coluna.</li>
</ul>
<p>A tomada de decisão é feita “à la carte”, levando em conta as condições clínicas do paciente, seus objetivos, a presença de instabilidade, déficits neurológicos e o impacto funcional da deformidade.</p>
<h2>Escoliose funcional/postural e escolioses secundárias (tumores, infecção, trauma)</h2>
<h3>Escoliose funcional ou postural</h3>
<p>A escoliose funcional, também chamada de postural, é um desvio da coluna não estrutural, ou seja, flexível. Nesse tipo de escoliose, as vértebras não apresentam deformidade fixa, e a curva costuma corrigir-se quando o fator causador é tratado.</p>
<p>As causas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li>diferença no comprimento dos membros inferiores;</li>
<li>contraturas musculares;</li>
<li>dor que leva o paciente a adotar uma postura antálgica;</li>
<li>alterações posturais transitórias.</li>
</ul>
<p>Nesses casos, o foco do tratamento é identificar e corrigir a causa primária, por meio de reabilitação, correção postural ou tratamento da dor. Não há indicação de cirurgia, e não se trata de uma escoliose estrutural como as demais descritas anteriormente.</p>
<h3>Escolioses secundárias (tumores, infecções e trauma)</h3>
<p>As escolioses secundárias são aquelas que surgem como consequência de uma doença subjacente, como:</p>
<ul>
<li>tumores da coluna ou da medula;</li>
<li>infecções vertebrais;</li>
<li>sequelas de fraturas ou traumas da coluna.</li>
</ul>
<p>Nessas situações, a abordagem terapêutica segue o princípio fundamental de tratar a causa primária. O manejo pode envolver:</p>
<ul>
<li>tratamento oncológico ou infeccioso específico;</li>
<li>estabilização da coluna quando indicada;</li>
<li>correção da deformidade apenas em casos selecionados.</li>
</ul>
<p>A correção cirúrgica da escoliose nesses contextos é reservada para situações em que há:</p>
<ul>
<li>instabilidade da coluna;</li>
<li>progressão da deformidade;</li>
<li>déficit neurológico;</li>
<li>ou desequilíbrio postural significativo com impacto funcional.</li>
</ul>
<h2>Perguntas frequentes sobre escoliose</h2>
<ol>
<li><strong>Minha filha de 12 anos está com escoliose em uma radiografia feita para o pulmão. Ela vai precisar de cirurgia?</strong><br />
A maioria dos adolescentes com escoliose idiopática não chega à cirurgia. De forma geral, a cirurgia é considerada quando:</p>
<ul>
<li>a curva ultrapassa aproximadamente 45–50 graus em crianças ou adolescentes ainda em crescimento; ou</li>
<li>há progressão significativa, apesar do tratamento conservador adequado.</li>
</ul>
<p>Revisões sobre a história natural e o manejo da escoliose idiopática reforçam esses limiares como critérios práticos de indicação cirúrgica.</li>
<li><strong>Estou iniciando um acompanhamento de escoliose para minha filha. Quantas radiografias são realmente necessárias?</strong><br />
A quantidade de radiografias depende do risco de progressão da curva. Diretrizes como as SOSORT Guidelines (2016) recomendam:</p>
<ul>
<li>intervalos mais curtos durante fases de crescimento rápido;</li>
<li>intervalos mais longos após o término do crescimento;</li>
<li>uso de protocolos de baixa dose e evitar exames desnecessários.</li>
</ul>
<p>A dose de radiação de uma radiografia moderna da coluna é baixa, mas o princípio sempre seguido é: “tão pouca radiação quanto razoavelmente possível”.</li>
<li><strong>Postura ruim causa escoliose idiopática?</strong><br />
Não. A escoliose idiopática é uma deformidade estrutural, não causada por postura inadequada, mochila pesada, colchão ou hábito de sentar “torto”. Uma má postura pode evidenciar uma escoliose já existente, mas não é a causa. Ela pode, no entanto, gerar escolioses funcionais, que são flexíveis e corrigem-se com ajustes posturais.</li>
<li><strong>O colete funciona mesmo?</strong><br />
Sim, para o grupo certo de pacientes. O estudo BrAIST (NEJM, 2013) demonstrou que o uso do colete reduz significativamente o risco de progressão até o limiar cirúrgico em adolescentes com alto risco de progressão.</li>
<li><strong>Quantas horas por dia meu filho deve usar o colete?</strong><br />
No BrAIST, observou-se relação dose–resposta: quanto maior o tempo diário, menor a chance de progressão. Em geral, o uso ideal situa-se acima de 13 a 18 horas por dia, ajustado caso a caso. Diretrizes SOSORT reforçam o uso prolongado em curvas com risco.</li>
<li><strong>Existe diferença entre os tipos de colete?</strong><br />
Existem diferentes modelos (Boston, Chêneau, Rigo System etc.). O mais importante é a qualidade do ajuste, correção 3D, experiência da equipe e adesão ao uso — mais do que a “marca”.</li>
<li><strong>Os exercícios (Schroth e outros) podem substituir o colete?</strong><br />
Exercícios específicos (PSSE) podem ajudar em postura e dor e, em alguns casos, reduzir risco em curvas leves. Para curvas moderadas em crescimento, o colete é tratamento principal e exercícios são complemento.</li>
<li><strong>Meu filho com escoliose idiopática pode praticar esportes?</strong><br />
Sim. Exercício é seguro e não piora a escoliose; pode melhorar condicionamento e qualidade de vida. Após cirurgia, muitos retornam ao esporte entre 6 e 12 meses, dependendo do caso.</li>
<li><strong>Quais são os riscos reais da cirurgia de escoliose?</strong><br />
Complicações neurológicas graves são raras em centros especializados (em grandes séries modernas, geralmente &lt;1–2%). Complicações menores variam conforme curva, níveis operados, comorbidades e experiência da equipe.</li>
<li><strong>A cirurgia limita a mobilidade da coluna?</strong><br />
Sim, no segmento fundido. Porém, grande parte da mobilidade global vem da lombar baixa e dos quadris. A maioria mantém boa capacidade para atividades do dia a dia e esportes recreativos.</li>
<li><strong>Qual é a idade ideal para operar?</strong><br />
Não existe idade única. A decisão considera curva (geralmente ≥45–50°), progressão documentada e fase de crescimento.</li>
<li><strong>Quanto tempo demora para voltar à escola e às atividades?</strong><br />
Em geral, retorno à escola em 3 a 6 semanas e retorno a esportes em média entre 6 e 8 meses (variável conforme caso e protocolo).</li>
<li><strong>A instrumentação cresce com a criança?</strong><br />
Implantes tradicionais não crescem. Em crianças muito pequenas, podem ser usados sistemas de crescimento (growing rods, VEPTR), com alongamentos periódicos.</li>
<li><strong>Como lidar com bullying relacionado ao uso do colete?</strong><br />
Educação da escola/colegas, suporte psicológico quando necessário, grupos de apoio e envolvimento familiar ajudam a reduzir vergonha, medo de exposição e isolamento.</li>
<li><strong>Como ajudar meu filho a aceitar o diagnóstico?</strong><br />
Informação clara reduz ansiedade; participação ativa melhora adesão; suporte psicológico quando indicado e contato com outros jovens em situação semelhante podem ajudar.</li>
<li><strong>Usar o colete dói?</strong><br />
Pode ser desconfortável no início (calor, rigidez, atrito). Dor intensa ou persistente não é esperada e deve ser avaliada para ajuste.</li>
<li><strong>Como encontrar um especialista confiável?</strong><br />
Preferencialmente um ortopedista com atuação dedicada à cirurgia da coluna e experiência em deformidades, com acompanhamento contínuo e boa comunicação com paciente e família.</li>
</ol>
<h2>Referências científicas</h2>
<ol>
<li>Pehrsson K, Larsson S, Oden A, Nachemson A. Long-term follow-up of patients with untreated scoliosis: a study of mortality, causes of death, and symptoms. <em>Spine (Phila Pa 1976)</em>. 1992;17(9):1091–1096.</li>
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<li>Ward TW, Schaal S, Lin J, et al. Annualized curve progression in adolescent idiopathic scoliosis ≥40°. <em>Spine Deform</em>. 2020;8(6):1197–1204.</li>
<li>Weinstein SL, Dolan LA, Wright JG, Dobbs MB. Effects of bracing in adolescents with idiopathic scoliosis. <em>N Engl J Med</em>. 2013;369(16):1512–1521. (BrAIST)</li>
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<li>Rigo M, Jelačić M. Brace technology thematic series: the 3D Rigo Chêneau-type brace. <em>Scoliosis Spinal Disord</em>. 2017;12:10. doi:10.1186/s13013-017-0114-2.</li>
<li>Scoliosis Research Society (SRS). Indications for surgery in adolescent idiopathic scoliosis. SRS Educational Materials.</li>
<li>Negrini S, Aulisa AG, Aulisa L, et al. Adolescent idiopathic scoliosis: indications for bracing and conservative treatments. <em>Eur J Phys Rehabil Med</em>. 2014;50(2):231–246.</li>
<li>Ruf M, Harms J. Hemivertebra resection by a posterior approach: innovative operative technique and first results. <em>Spine (Phila Pa 1976)</em>. 2002;27(10):1116–1123.</li>
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</ol><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/escoliose-o-que-e-causas-sintomas-diagnostico-e-tratamentos-guia-completo-para-pais-e-pacientes/">Escoliose: guia completo sobre diagnóstico e tratamento</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cirurgia Minimamente Invasiva na Coluna: Entenda Como Funciona</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 21:11:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cirurgia minimamente invasiva na coluna é uma técnica moderna que trata diferentes doenças da coluna com menos agressão aos tecidos. Por usar métodos mais precisos, ela reduz dor, sangramento e tempo de recuperação. Mesmo assim, é importante lembrar que apenas uma pequena parte dos pacientes realmente precisa de cirurgia. De acordo com a literatura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 data-start="1250" data-end="1308"></h3>
<p data-start="728" data-end="1053">A cirurgia minimamente invasiva na coluna é uma técnica moderna que trata diferentes doenças da coluna com menos agressão aos tecidos. Por usar métodos mais precisos, ela reduz dor, sangramento e tempo de recuperação. Mesmo assim, é importante lembrar que apenas uma pequena parte dos pacientes realmente precisa de cirurgia.</p>
<p data-start="1055" data-end="1359">De acordo com a literatura médica, cerca de 4% das pessoas avaliadas por um especialista recebem indicação cirúrgica. Na maioria das vezes, a cirurgia só é considerada quando outros tratamentos já foram tentados. Quando isso acontece, a técnica minimamente invasiva se torna uma opção segura e eficiente.</p>
<h2 data-start="1361" data-end="1391">Como essa cirurgia funciona</h2>
<p data-start="1392" data-end="1717">A cirurgia minimamente invasiva utiliza câmeras, instrumentos delicados e pequenas incisões. Dessa forma, o cirurgião consegue acessar a coluna sem grandes cortes. Isso reduz o impacto na pele, nos músculos e nos nervos. Como resultado, o paciente sente menos dor no pós-operatório e volta às atividades de forma mais rápida.</p>
<p data-start="1719" data-end="1895">Além disso, o tamanho da cicatriz não define esse tipo de técnica. O que realmente diferencia a cirurgia minimamente invasiva é o método usado, e não apenas o aspecto estético.</p>
<h2 data-start="1897" data-end="1928">Quem pode realizar a técnica</h2>
<p data-start="1929" data-end="2224">Esse tipo de cirurgia exige treinamento específico. Por isso, o cirurgião precisa de formação em Ortopedia e Traumatologia e, além disso, cursos práticos em centros especializados no Brasil e no exterior. Com esse preparo, o procedimento se torna mais seguro e segue os padrões mais atualizados.</p>
<h2 data-start="2226" data-end="2257">Quando a cirurgia é indicada</h2>
<p data-start="2258" data-end="2591">A indicação da técnica depende de uma avaliação completa. O médico analisa sintomas, exames e histórico do paciente. Depois disso, ele define se a cirurgia minimamente invasiva é realmente a melhor opção. Em muitos casos, tratamentos como fisioterapia, medicamentos ou infiltrações resolvem o problema antes da necessidade de operar.</p>
<p data-start="2593" data-end="2732">Para conhecer outras condições que podem ser tratadas com técnicas minimamente invasivas, visite nossa página de <a href="https://drfoizer.com.br/tratamentos/"><strong data-start="2706" data-end="2731">tratamentos da coluna</strong>.</a></p>
<p data-start="2599" data-end="2724"><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/cirurgia-minimamente-invasiva-coluna/">Cirurgia Minimamente Invasiva na Coluna: Entenda Como Funciona</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é hérnia de disco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[site_drfoizer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 21:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[dornacoluna]]></category>
		<category><![CDATA[dornascostas]]></category>
		<category><![CDATA[herniadedisco]]></category>
		<category><![CDATA[herniadediscocervical]]></category>
		<category><![CDATA[herniadediscolombar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hérnia de disco vertebral, também conhecida como hérnia de disco, ocorre quando o núcleo pulposo — estrutura localizada dentro do disco intervertebral — se desloca do seu lugar de origem. Esse deslocamento (ou prolapso) geralmente acontece em direção posterior e pode comprimir nervos e outras estruturas próximas, provocando dor na coluna e dor irradiada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="496" data-end="932">A <strong data-start="498" data-end="527">hérnia de disco vertebral</strong>, também conhecida como <strong data-start="551" data-end="570">hérnia de disco</strong>, ocorre quando o <strong data-start="588" data-end="606">núcleo pulposo</strong> — estrutura localizada dentro do disco intervertebral — se desloca do seu lugar de origem. Esse deslocamento (ou <strong data-start="720" data-end="732">prolapso</strong>) geralmente acontece em direção posterior e pode comprimir nervos e outras estruturas próximas, provocando <strong data-start="840" data-end="857">dor na coluna</strong> e <strong data-start="860" data-end="877">dor irradiada</strong> para braços ou pernas, dependendo da região afetada.</p>
<p data-start="934" data-end="1054">Diversos estudos sugerem que alguns fatores podem contribuir para o aparecimento de hérnias discais. Entre eles estão:</p>
<ul data-start="1056" data-end="1348">
<li data-start="1056" data-end="1086">
<p data-start="1058" data-end="1086"><strong data-start="1058" data-end="1084">Predisposição genética</strong></p>
</li>
<li data-start="1087" data-end="1167">
<p data-start="1089" data-end="1167"><strong data-start="1089" data-end="1117">Atividades profissionais</strong> que exigem esforço físico intenso ou má postura</p>
</li>
<li data-start="1168" data-end="1271">
<p data-start="1170" data-end="1271"><strong data-start="1170" data-end="1183">Tabagismo</strong>, que acelera o desgaste dos discos e reduz o aporte de oxigênio nos tecidos da coluna</p>
</li>
<li data-start="1272" data-end="1348">
<p data-start="1274" data-end="1348"><strong data-start="1274" data-end="1302">Sedentarismo e sobrepeso</strong>, que aumentam a sobrecarga na região lombar</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1350" data-end="1573">Embora a <strong data-start="1359" data-end="1378">hérnia de disco</strong> possa se desenvolver em qualquer parte da coluna, ela é mais comum na <strong data-start="1449" data-end="1466">região lombar</strong> (parte inferior das costas) e na <strong data-start="1500" data-end="1519">região cervical</strong> (pescoço), por suportarem maior carga e mobilidade.</p>
<p data-start="1575" data-end="1874">Quando um disco se degenera, os discos vizinhos costumam compensar o esforço, o que pode favorecer o surgimento de <strong data-start="1690" data-end="1717">outras hérnias próximas</strong>. Normalmente, após o tratamento adequado, a hérnia não volta a aparecer. Em casos raros de recorrência, pode ser necessária uma <strong data-start="1846" data-end="1871">nova abordagem médica</strong>.</p>
<p data-start="1876" data-end="2212">Atualmente, existem <strong data-start="1896" data-end="1933">tratamentos minimamente invasivos</strong> altamente eficazes para corrigir a hérnia de disco. As <strong data-start="1989" data-end="2015">cirurgias endoscópicas</strong> utilizam apenas dois pequenos cortes de cerca de 2 cm, por onde é retirado o fragmento herniado, aliviando a dor quase imediatamente. Em muitos casos, o paciente recebe <strong data-start="2185" data-end="2209">alta no dia seguinte</strong>.</p>
<p data-start="2214" data-end="2486">Além das técnicas endoscópicas, há também <strong data-start="2256" data-end="2282">cirurgias tradicionais</strong> com excelentes resultados. A escolha do tratamento ideal deve ser feita em conjunto com o <strong data-start="2373" data-end="2396">médico especialista</strong>, considerando o quadro clínico e as opções mais seguras e confortáveis para o paciente.</p>
<p>Existem diferentes causas para a dor nas costas. <a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://drfoizer.com.br/dor-nas-costas-lombalgia/" rel="noopener" data-start="869" data-end="940">Saiba mais sobre lombalgia clicando aqui.</a></p><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/hernia-de-disco/">O que é hérnia de disco?</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dor nas costas: causas da lombalgia e quando procurar um médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[site_drfoizer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 20:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sem dor na coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor nas costas, também chamada de lombalgia, é uma das queixas de saúde mais frequentes em todo o mundo. Estudos indicam que cerca de 80% da população terá pelo menos um episódio de lombalgia ao longo da vida. Muitas vezes, a dor nas costas é confundida com “dor na coluna”. Porém, a lombalgia não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="469" data-end="694">A <strong data-start="471" data-end="489">dor nas costas</strong>, também chamada de <strong data-start="509" data-end="522">lombalgia</strong>, é uma das queixas de saúde mais frequentes em todo o mundo. Estudos indicam que cerca de <strong data-start="613" data-end="633">80% da população</strong> terá pelo menos um episódio de lombalgia ao longo da vida.</p>
<p data-start="696" data-end="934">Muitas vezes, a <strong data-start="712" data-end="730">dor nas costas</strong> é confundida com “dor na coluna”. Porém, a lombalgia não é uma doença, mas sim um <strong data-start="813" data-end="824">sintoma</strong> que pode ter diversas causas, nem sempre relacionadas à coluna vertebral. Entre as possíveis origens estão:</p>
<ul data-start="936" data-end="1031">
<li data-start="936" data-end="955">
<p data-start="938" data-end="955">pedras nos rins</p>
</li>
<li data-start="956" data-end="977">
<p data-start="958" data-end="977">infecção urinária</p>
</li>
<li data-start="978" data-end="992">
<p data-start="980" data-end="992">apendicite</p>
</li>
<li data-start="993" data-end="1006">
<p data-start="995" data-end="1006">pneumonia</p>
</li>
<li data-start="1007" data-end="1031">
<p data-start="1009" data-end="1031">problemas abdominais</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1033" data-end="1141">Já a <strong data-start="1038" data-end="1055">dor na coluna</strong> acontece quando o problema está diretamente na coluna vertebral, como nos casos de:</p>
<ul data-start="1143" data-end="1242">
<li data-start="1143" data-end="1172">
<p data-start="1145" data-end="1172"><strong data-start="1145" data-end="1160">cervicalgia</strong> (pescoço)</p>
</li>
<li data-start="1173" data-end="1208">
<p data-start="1175" data-end="1208"><strong data-start="1175" data-end="1188">dorsalgia</strong> (coluna torácica)</p>
</li>
<li data-start="1209" data-end="1242">
<p data-start="1211" data-end="1242"><strong data-start="1211" data-end="1224">lombalgia</strong> (região lombar)</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1244" data-end="1481">Por estar associada a tantos quadros diferentes, a <strong data-start="1295" data-end="1313">dor nas costas</strong> deve sempre ser observada e avaliada por um médico. Somente um profissional poderá identificar corretamente a origem do problema e indicar o tratamento adequado.</p>
<p><strong>Grande abraço,<span class="Apple-converted-space"><br />
</span>Dr. Guilherme Foizer<span class="Apple-converted-space"><br />
</span>Cirurgião da coluna | CRM 114.430</strong></p><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/dor-nas-costas-lombalgia/">Dor nas costas: causas da lombalgia e quando procurar um médico</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>3 Fatores que maltratam a sua coluna</title>
		<link>https://drfoizer.com.br/3-fatores-que-maltratam-a-sua-coluna/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[site_drfoizer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 20:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sem dor na coluna]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgiadacoluna]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgião da coluna]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[desviodacoluna]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sedentarismo, excesso de peso corporal e postura inadequada ao fazer esforço (como agachar, carregar peso ou realizar atividades de trabalho) são três vilões conhecidos quando o assunto é saúde da coluna. Isoladamente, cada um desses fatores já representa uma agressão à coluna vertebral e pode desencadear quadros de dor ou agravar alterações já existentes, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong data-start="214" data-end="294">Sedentarismo, excesso de peso corporal e postura inadequada ao fazer esforço</strong> (como agachar, carregar peso ou realizar atividades de trabalho) são três vilões conhecidos quando o assunto é saúde da coluna.</p>
<p>Isoladamente, cada um desses fatores já representa uma agressão à coluna vertebral e pode desencadear quadros de dor ou agravar alterações já existentes, como desvios posturais e má-formações. No entanto, o que se observa com frequência é que esses fatores tendem a estar presentes ao mesmo tempo, o que eleva ainda mais os riscos de desenvolver os temidos e incômodos problemas na coluna.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1344 alignleft" src="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-07-at-17.40.40-300x243.jpeg" alt="" width="434" height="352" srcset="https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-07-at-17.40.40-300x243.jpeg 300w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-07-at-17.40.40-768x622.jpeg 768w, https://drfoizer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-07-at-17.40.40.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><strong data-start="815" data-end="854">Sobrecarga constante e seus efeitos</strong></p>
<p data-start="855" data-end="1284">A explicação é simples: a coluna é a principal estrutura de sustentação do corpo humano. Portanto, é uma região altamente sensível, composta por milhares de terminações nervosas. Quando há sobrecarga contínua, desalinhamento ou esforço inadequado, pode ocorrer compressão de estruturas delicadas, resultando em quadros de dor intensa, limitação de movimentos e até necessidade de intervenção médica.</p>
<h3 data-start="1286" data-end="1332"><strong data-start="1290" data-end="1332">Algumas profissões estão mais expostas</strong></h3>
<p data-start="1333" data-end="1736">Determinadas ocupações exigem posturas prolongadas ou repetitivas que, ao longo do tempo, podem favorecer o surgimento de patologias da coluna. É o caso de dentistas e motoristas, por exemplo, que apresentam maior incidência de hérnia de disco, segundo estudos. A ausência de pausas e a falta de medidas compensatórias (como alongamentos ou ajustes ergonômicos) contribuem diretamente para esse cenário.</p>
<h3 data-start="1738" data-end="1786"><strong data-start="1742" data-end="1786">Além disso, tabagismo também afeta a saúde da coluna</strong></h3>
<p data-start="1787" data-end="2078">Embora ainda não haja consenso sobre o mecanismo exato, pesquisas sugerem que o tabagismo pode prejudicar o fluxo sanguíneo nas estruturas vertebrais, favorecendo alterações degenerativas. Esse processo pode comprometer a integridade dos discos intervertebrais e aumentar o risco de hérnias.</p>
<h3 data-start="2085" data-end="2127"><strong data-start="2088" data-end="2127">Mas, calma&#8230; É possível prevenir!</strong></h3>
<blockquote>
<p data-start="2128" data-end="2236">Muitos dos fatores de risco para doenças da coluna podem ser evitados com mudanças simples de comportamento:</p>
</blockquote>
<ul data-start="2238" data-end="2593">
<li data-start="2238" data-end="2310">
<p data-start="2240" data-end="2310">Pratique atividades físicas regularmente, com orientação profissional.</p>
</li>
<li data-start="2311" data-end="2348">
<p data-start="2313" data-end="2348">Mantenha um peso corporal saudável.</p>
</li>
<li data-start="2349" data-end="2432">
<p data-start="2351" data-end="2432">Tenha atenção à postura, especialmente durante o trabalho ou ao levantar objetos.</p>
</li>
<li data-start="2433" data-end="2476">
<p data-start="2435" data-end="2476">Faça pausas ao longo do dia e alongue-se.</p>
</li>
<li data-start="2477" data-end="2593">
<p data-start="2479" data-end="2593">E, claro, se você fuma, parar de fumar trará benefícios não apenas para a coluna, mas para sua saúde como um todo.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2595" data-end="2707">Lembre-se: a prevenção é sempre o melhor caminho quando falamos da coluna. E cuidar dela é cuidar da sua qualidade de vida!</p>
<p><strong>Grande abraço,<span class="Apple-converted-space"><br />
</span>Dr. Guilherme Foizer<span class="Apple-converted-space"><br />
</span>Cirurgião da coluna | CRM 114.430<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/3-fatores-que-maltratam-a-sua-coluna/">3 Fatores que maltratam a sua coluna</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dor, formigamento ou dormência em outras partes do corpo podem ser sinais de problemas na coluna!</title>
		<link>https://drfoizer.com.br/dor-formigamento-ou-dormencia-em-outras-partes-do-corpo-podem-ser-sinais-de-problemas-na-coluna/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[site_drfoizer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 21:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drfoizer.com.br/?p=1317</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já sentiu dor, dormência ou formigamento nos braços, nas pernas, nos pés ou até mesmo na cabeça e no pescoço e ficou sem entender o motivo? Em muitos casos, esses sintomas não têm origem no local onde são sentidos, mas podem estar relacionados a alterações na coluna vertebral. Quando há compressão de um nervo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/dor-formigamento-ou-dormencia-em-outras-partes-do-corpo-podem-ser-sinais-de-problemas-na-coluna/">Dor, formigamento ou dormência em outras partes do corpo podem ser sinais de problemas na coluna!</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1317" class="elementor elementor-1317" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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							<p data-start="300" data-end="584">Você já sentiu <strong>dor, dormência ou formigamento nos braços, nas pernas, nos pés ou até mesmo na cabeça e no pescoço</strong> e ficou sem entender o motivo? Em muitos casos, esses sintomas não têm origem no local onde são sentidos, mas <strong>podem estar relacionados a alterações na coluna vertebral</strong>.</p><p data-start="586" data-end="949">Quando há compressão de um nervo por exemplo, causada por hérnia de disco, estenose do canal vertebral ou outros problemas estruturais da coluna é comum que ocorra dor irradiada (que segue um trajeto específico) ou parestesias (formigamento, dormência). Essa irradiação pode atingir os membros superiores ou inferiores, dependendo da região da coluna afetada.</p>						</div>
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							<p data-start="951" data-end="1230">Identificar essa relação exige uma avaliação clínica cuidadosa. O médico irá investigar detalhadamente os sintomas e, muitas vezes, solicitar exames de imagem, como radiografias, tomografias ou ressonâncias magnéticas, para entender o que está acontecendo na estrutura da coluna.</p><p data-start="1232" data-end="1509">Um passo essencial nesse processo é a colaboração do paciente. Observar e relatar características da do, como localização, frequência, intensidade, duração e em quais situações ela aparece ou piora e contribui significativamente para que o médico faça um diagnóstico preciso.</p><p data-start="1511" data-end="1759"><strong>O mais importante: evite a automedicação</strong>. Dores persistentes ou alterações de sensibilidade devem sempre ser avaliadas por um especialista. Cuidar da saúde da sua coluna é essencial para manter a qualidade de vida e prevenir complicações no futuro!</p>						</div>
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				</div><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/dor-formigamento-ou-dormencia-em-outras-partes-do-corpo-podem-ser-sinais-de-problemas-na-coluna/">Dor, formigamento ou dormência em outras partes do corpo podem ser sinais de problemas na coluna!</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é Escoliose Idiopática?​</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2025 16:31:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando falamos em escoliose, muitas pessoas imaginam apenas um “desvio” na coluna. No entanto, essa condição pode ser mais complexa do que parece,  especialmente no caso da escoliose idiopática, que surge sem uma causa conhecida e costuma aparecer durante a fase de crescimento, principalmente na adolescência.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1308" class="elementor elementor-1308" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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							<p>É um desvio da coluna quando olhamos pela frente, pelo lado e se conseguissemos observar por dentro veriamos<span class="Apple-converted-space">  </span>tambem uma rotação anormal sobre seu proprio eixo. <strong>Ocorre em ambos os sexos, podendo ser classificada de acordo com a idade de início, sendo<span class="Apple-converted-space">  </span>mais comum em meninas adolescentes, próximo à época da primeira menstruação.</strong></p><p>Infelizmente, este não é um quadro possível de se evitar. O paciente que desenvolve uma escoliose pode e deve ser tratado de modo a não apresentar problemas em sua vida, mas ainda não se descobriu a causa desta patologia.</p><p>A boa notícia, por outro lado é que, em alguns casos, é possível conseguir corrigir a escoliose. Tudo depende do tamanho do desvio, da idade em que ocorreu, qual a expectativa de crescimento, entre outras variáveis. No entanto, muitas vezes, simplesmente cessando a progressão do quadro, já se está auxiliando, e muito, na qualidade de vida futura desses pacientes.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>Caso haja uma curva pequena, em um paciente que não esperamos que cresça muito, podemos lançar mão de um tipo de tratamento chamado conservador, em que são usados alguns tipos de coletes. Em casos onde os dados sugerem que a curva irá progredir, apesar do colete, a cirurgia torna-se necessária <span class="Apple-converted-space"><strong>(figura 1)</strong>.</span></p><p> </p>						</div>
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							<p>Se não tratada devidamente, a curva pode continuar progredindo, mesmo após o paciente tornar-se adulto, o que, para além dos prejuízos estéticos, pode também levar a quadro de dores nas costas, diminuição da área do tórax, onde se localiza o coração e o pulmão, levando em casos extremos a uma insuficiência cardíaca ou respiratória.</p><p> </p>						</div>
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		<title>Lombalgia discogênica: causa frequente de “dor lombar inespecífica”</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 19:08:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dor na região lombar (também chamada de lombalgia) possui mais de 100 causas, de acordo com os estudiosos. Esse grande número se deve à presença de diversas estruturas anatômicas nessa região. Como exemplo, podemos citar os rins, os músculos, os nervos, os ossos da coluna, entre muitas outras, incluindo uma estrutura frequentemente mencionada: o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1292" class="elementor elementor-1292" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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							<p>A dor na região lombar (também chamada de lombalgia) possui mais de 100 causas, de acordo com os estudiosos. Esse grande número se deve à presença de diversas estruturas anatômicas nessa região. Como exemplo, podemos citar os rins, os músculos, os nervos, os ossos da coluna, entre muitas outras, incluindo uma estrutura frequentemente mencionada: o disco intervertebral.</p><p>O disco intervertebral é uma estrutura elástica formada por um núcleo gelatinoso e uma periferia de cartilagem mais firme, cuja função é suportar cargas e conter tensões, mantendo a união entre as vértebras. Durante um ano, um segmento vertebral humano pode ser submetido a cerca de 2 milhões de ciclos. É impressionante!</p><p>Ao longo desses milhões de ciclos anuais, basta que uma estrutura deixe de funcionar corretamente para que se inicie um processo contínuo de lesão, que pode se perpetuar até a falha completa dessa estrutura.</p>						</div>
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							<p>É exatamente isso que ocorre na chamada <strong>discopatia degenerativa, também conhecida como doença degenerativa do disco intervertebral (DDD).</strong> Esse nome refere-se ao processo de deterioração do disco intervertebral, caracterizado principalmente pela desidratação de seu núcleo gelatinoso. O quadro geralmente começa por volta dos 30 anos de idade, quando o disco ainda apresenta grande altura e uma quantidade significativa de cartilagem.</p><p>É como se uma receita complexa, necessária para a produção dessa cartilagem e transmitida de célula para célula, &#8220;perdesse algumas páginas&#8221; ao longo das milhares de reproduções celulares que ocorrem durante a vida. A cartilagem produzida no disco, sem essa receita completa, passa a perder afinidade com a água, tornando o disco menos hidratado (FIG. 1).</p>						</div>
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							<ul><li><h6><i>Figura 1: Imagens </i>comparando os discos intervertebrais em um paciente sem a doença degenerativa do disco ( a esquerda) e outro paciente que apresentava a doença. Note a diminuição da altura do disco associada a irregularidades do osso em contato</h6></li></ul>						</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>Essa menor hidratação torna o disco <strong>menos elástico</strong>, aumentando o risco de lesão em sua periferia, chamada cientificamente de ânulo fibroso (termo derivado de &#8220;anel&#8221;). É justamente nessa região que surgem as hérnias de disco.</p><p>Nessas condições, o disco se torna mais rígido e transfere com maior intensidade os impactos do dia a dia para os ossos da coluna (vértebras), o que pode levar a um processo reacional nos corpos vertebrais. Esse processo resulta em uma inflamação óssea, que pode ser a causa da dor em alguns pacientes específicos, conhecida como <strong>dor lombar discogênica.</strong></p>						</div>
				</div>
					</div>
		</div>
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							<p>A dor lombar, ou lombalgia discogênica, caracteriza-se por um quadro de dor predominante nas costas (sem necessariamente irradiar para as pernas), agravada por movimentos e que costuma persistir por mais de 12 semanas. Atividades como amarrar os sapatos, girar na cama durante a noite e dirigir podem ser extremamente desconfortáveis para pacientes que apresentam esse quadro.</p><p>Um dos maiores desafios da lombalgia discogênica é o diagnóstico. Embora o processo diagnóstico seja amplo e complexo, é necessário que uma ressonância magnética demonstre um disco intervertebral com sinais de degeneração, como: redução da hidratação local, diminuição da altura do disco, <strong>fissuras no ânulo</strong> fibroso, presença de osteófitos, abaulamentos, protrusões, extrusões, e estreitamentos (estenoses foraminais e centrais) (figura x). Esses achados devem estar associados à piora dos sintomas com manobras específicas (como o teste de McKenzie, por exemplo), sem outras causas explicativas para a dor, incluindo fatores psicológicos, litigiosos, trabalhistas ou condições como fibromialgia.</p><p>Ou seja, trata-se de um “diagnóstico de exclusão”.</p>						</div>
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							<ul><li><h6><i>Figura X  – Imagem de ressonância magnética de coluna lombo sacral, mostrando disco L5S1 com menor altura e sinal diferente quando comparado aos discos mais altos em paciente com lombalgia discogênica.</i></h6></li></ul>						</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Tratamento</h2>		</div>
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							<p>O tratamento da lombalgia discogênica visa aliviar a dor e é individualizado, considerando as possíveis causas associadas à degeneração do disco. O tripé formado por características genéticas, sobrecarga nos discos e hábitos (como o tabagismo, por exemplo) é frequentemente considerado a origem dessa degeneração. Alguns desses fatores, como sobrepeso, sedentarismo e má postura, são modificáveis e podem ser alvo de intervenção.</p><p>Além disso, a fisioterapia focada no fortalecimento da musculatura paravertebral, associada a estratégias de analgesia e acupuntura, pode contribuir para o alívio dos sintomas. A redução da carga na coluna, por meio da perda de peso do próprio indivíduo, é uma medida essencial, assim como a educação em dor, que ajuda os pacientes a compreenderem e manejarem melhor o quadro.</p><p>Quando todas essas abordagens conservadoras falham, e o diagnóstico é confirmado por um cirurgião de coluna experiente no tratamento da condição, a cirurgia pode ser uma opção, com bons resultados em casos selecionados.</p>						</div>
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		</section>
				</div><p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/lombalgia-discogenica-causa-frequente-de-dor-lombar-inespecifica/">Lombalgia discogênica: causa frequente de “dor lombar inespecífica”</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tudo o que você precisa saber sobre Mielopatia Cervical</title>
		<link>https://drfoizer.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-mielopatia-cervical/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[site_drfoizer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 14:59:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine começar a sentir fraqueza nas mãos, dificuldades para caminhar e uma dor persistente no pescoço, sem entender exatamente o que está acontecendo. Esses sintomas podem ser sinais de uma condição séria chamada mielopatia cervical, que afeta a medula espinhal na região do pescoço. Ao longo deste artigo, exploraremos em detalhes o que é a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://drfoizer.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-mielopatia-cervical/">Tudo o que você precisa saber sobre Mielopatia Cervical</a> first appeared on <a href="https://drfoizer.com.br">Dr. Guilherme Foizer</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1240" class="elementor elementor-1240" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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							<p>Imagine começar a sentir fraqueza nas mãos, dificuldades para caminhar e uma dor persistente no pescoço, sem entender exatamente o que está acontecendo. Esses sintomas podem ser sinais de uma condição séria chamada mielopatia cervical, que afeta a medula espinhal na região do pescoço. Ao longo deste artigo, exploraremos em detalhes o que é a mielopatia cervical, seus sintomas e como tratar essa condição para restaurar a função e aliviar o desconforto.</p>						</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">O que é?</h2>		</div>
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							<p>A coluna vertebral possui uma função muito importante: além de base estrutural (que é manter a pessoa em pé), ela também é responsável por proteger uma estrutura mais nobre: a medula espinhal. Diferentemente da famosa medula óssea, que é um tecido que produz sangue dentro do osso, a medula espinhal é um nervo muito importante pois através dela se dá a troca de informações entre o corpo e o cérebro. De certa forma, ela é considerada uma “parte do cérebro”, sendo chamada de <strong>neurônio motor superior</strong>. A mielopatia cervical é uma condição que pode ser séria e afeta a medula espinhal geralmente na região do pescoço, onde se localiza a coluna cervical. Essa doença ocorre quando a medula espinhal é comprimida devido a diversas alterações da própria coluna, que levam a uma diminuição do diâmetro do espaço da coluna por onde a medula passa (figura 1). Essas mudanças podem provocar uma ampla gama de sintomas, impactando tanto a função motora quanto a sensorial. Compreender essa condição e suas implicações é essencial para quem busca um tratamento eficaz e um diagnóstico preciso.</p>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 1:</strong> Imagem de ressonância magnética onde se observa a coluna cervical com presença de duas hérnias, localizadas entre as vértebras cervical número 3 e cervical numero 4 assim como entre a número 4 e a número 5. Na imagem da esquerda as hérnias comprimem a medula espinhal e na imagem da direita (após uma cirurgia para retirada das hérnias, feita com sucesso), podemos verificar ela com imagem branca que significa uma lesão de aspecto sequelar chamada mielomalácea.</h6></li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 2:</strong> Ressonância magnética do mesmo paciente da figura 1, porém pela visão do eixo ( olhando-se por cima) onde se observa a compressão da medula antes de se operar e o resultado após a cirurgia.</h6></li></ul>						</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Causas da Mielopatia Cervical </h2>		</div>
				</div>
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							<p>Essa compressão pode ser causada por várias condições, como:</p><ul><li><b>Hérnia de disco cervical</b>: Quando o disco intervertebral, localizado entre as vértebras, se desloca e pressiona a medula espinhal (figura 3)</li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 3:</strong> Hérnia de disco em coluna cervical no nível c6c7. Percebe-se que os outros níveis não apresentam alterações significativas.</h6></li></ul>						</div>
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							<ul><li><b>Espondilose cervical</b>: O desgaste das vértebras e discos cervicais que ocorre com o envelhecimento, resultando em formação de esporões ósseos (osteófitos) que podem ou não, comprimir a medula espinhal (figura 4)</li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 4:</strong> Presença de alterações difusas pela coluna, denominada espondilose</h6></li></ul>						</div>
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							<ul><li><b>Estenose do canal vertebral</b>: Estreitamento do canal vertebral, onde a medula espinhal está alojada, levando à compressão (figura 5)</li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><b>Figura 5: </b>Ressonância magnética de coluna cervical em paciente com diminuição global do diâmetro do canal vertebral levando a compressão da medula e mielomalácea.</h6><span class="Apple-converted-space"> </span></li></ul>						</div>
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							<ul><li><b>Trauma</b>: Lesões na coluna cervical, como fraturas ou deslocamentos, que podem causar compressão direta da medula espinhal (figura 6)</li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 6:</strong> fratura da sétima vértebra cervical com retropulsão do muro posterior e contato com a medula.</h6></li></ul>						</div>
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							<ul><li><b>Tumores</b>: Lesões tumorais podem causar compressões, tanto pela sua expansão como por eventuais fraturas (figura 7).</li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 7:</strong> lesão metastática de axis (C2) em paciente com câncer de mama, levando a expansão da cortical óssea e contato com a medula em região cervical alta.<span class="Apple-converted-space"> </span></h6></li></ul>						</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<ul><li><b>Miscelânea: </b>muitas vezes, o paciente apresenta quadro composto por hérnias com desgaste das articulações e hipertrofia (aumento) ligamentar gerando uma estenose (estreitamento) ou seja, o quadro é amplo.</li></ul>						</div>
				</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Manifestação:</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>A mielopatia cervical pode manifestar-se através de uma variedade de sintomas, que incluem <b>fraqueza nos músculos</b>, sensação de <b>formigamento ou dormência</b> em diferentes partes do corpo, dificuldades de coordenação motora, dor na região do pescoço e, em estágios mais avançados, problemas no controle da bexiga e do intestino.</p><p>Muitas vezes a percepção do paciente é postergada pelo fato dos sintomas serem insidiosos (lentos). A perda da capacidade para realizar atividades corriqueiras como assinar o nome, abrir a porta de casa ou pegar um comprimido, pode ser o sintoma que faz o paciente procurar auxílio. </p>						</div>
				</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Diagnóstico:
</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>O diagnóstico de mielopatia cervical é realizado por meio de uma combinação de histórico clínico, exame físico e exames de imagem, como:</p><ul><li><b>Ressonância magnética:</b> Fornece imagens detalhadas da medula espinhal e pode mostrar a extensão da compressão.</li><li><b>Tomografia computadorizada: </b>Útil para avaliar a estrutura óssea da coluna cervical e realizar a estratégia cirúrgica.<span class="Apple-converted-space"> </span></li><li><b>Radiografias</b>: Podem mostrar desalinhamento das vértebras ou sinais de espondilose. São muito importantes para a programação cirúrgica, além de auxiliar na avaliação dos equilíbrios entre as porções da coluna (cervical, torácica e lombar).</li></ul>						</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Tratamento :</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>O tratamento da mielopatia cervical depende da gravidade dos sintomas e do grau de compressão da medula espinhal. As opções incluem:<br /><br /><b>1</b>) Em casos leves, pode-se optar por fisioterapia, medicamentos para controle da dor e inflamação, além de modificações nas atividades diárias.</p><p><b>2</b>) Quando há compressão significativa ou deterioração neurológica, a cirurgia é geralmente recomendada para descomprimir a medula espinhal e estabilizar a coluna cervical. Isso é muito importante pois algumas das alterações que o paciente pode sentir, irão assumir uma característica sequelar, ou seja, definitiva. Desse modo, caso a medula não seja descomprimida, os sintomas poderão continuar progredindo. As técnicas cirúrgicas podem variar, incluindo a remoção de discos herniados, esporões ósseos, ou a fusão das vértebras.</p><p>O tratamento cirúrgico deve ser programado de acordo com alguns fatores. Quantos níveis (discos) estão acometidos? Qual o sentido da compressão (de anterior para posterior ou de posterior para anterior)? Se a estrutura que comprime a medula é óssea ou mole etc&#8230;<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p><b>Via Anterior</b></p><p>É a via de acesso <b>mais comum</b> para a coluna cervical. Realizada por uma incisão na região anterior do pescoço (feita pela frente), é uma cirurgia relativamente rápida e pouco invasiva pois a lesão muscular é mínima. O cirurgião tem acesso direto ao disco intervertebral que é retirado permitindo a <b>descompressão direta</b> da medula e das raízes. Geralmente o paciente fica internado por 2 dias e vai para casa andando com um colete cervical que e retirado após 3 a 4 semanas. Por exemplo em um paciente com compressão medular focal, que ocorre do disco intervertebral não calcificado, uma cirurgia mais simples pode ser eficiente para resolver o problema definitivamente (fig 8).</p>						</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 8:</strong> Hérnia cervical C5C6 com compressão medular que iniciava processo de mielomalacia em paciente com perda motora. Foi realizada cirurgia de descompressão e fusão com recuperação total da força muscular e sensibilidade. A cirurgia realizada foi por via anterior no pescoço chamada de discectomia cervical anterior e fusão (ACDF ANTERIOR CERVICAL DISCECTOMY AND FUSION). Procedimento seguro, rápido e com recuperação que costuma ser muito rápida. O paciente geralmente tem alta dois dias após o procedimento e retorna as suas atividades em 2 semanas.<span class="Apple-converted-space"> </span></h6></li></ul>						</div>
				</div>
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							<p><b>Via Posterior<span class="Apple-converted-space"> </span></b></p><p>Outra técnica cirúrgica, é reservada para os casos em que o paciente apresenta muitos níveis comprimidos ou em que a compressão se dá de posterior para anterior (algo que esta apertando a medula de traz para frente) ou quando mais de 3 segmentos precisam ser descomprimidos (figura 9). É o caso por exemplo das estenoses causadas por um espessamento dos ligamentos que “correm” por dentro da coluna, juntamente com a medula. O cirurgião descomprime a medula pela retirada da lâmina vertebral (uma espécie de tampa, que forma o arco posterior da coluna (figura 10).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 9:</strong> exemplo de procedimento de laminectomia cervical com artrodese. Na imagem A e B, verifica-se a imagem de ressonância magnética de um paciente com estenose entre C3eC4 C5C6 e C6C7 com um segmento interposto entre eles (C4C5). Nas imagens C e D, radiografias onde se observa a ausência de apófises espinhosas associada a presença de parafusos de massa lateral demonstrando a descompressão da medula espinhal.<span class="Apple-converted-space"> </span></h6></li></ul>						</div>
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							<ul><li><h6><strong>Figura 10:</strong> técnica de descompressão medular cervical posterior por laminectomia. A: incisão mediana posterior; B: afastamento da musculatura com exposição das lâminas vertebrais em C; D: retirada das lâminas com descompressão dos elementos neurais. <span class="Apple-converted-space"> </span></h6></li></ul>						</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Cirurgia para Mielopatia cervical: você será operado (a)? O que precisa saber?
</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>A cirurgia para a mielopatia visa a melhora do quadro de perda de força nos braços, mãos e pernas. Em alguns casos, observamos também uma melhora do quadro de dor nas costas, embora isso seja variável. Os resultados estão associados a vários fatores, dentre eles<span class="Apple-converted-space">  </span>o tempo de evolução da doença antes da cirurgia e o grau de perda de força e de sensibilidade.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>Pacientes com outras doenças (como fibromialgia ou alterações psiquiátricas por exemplo), podem ter resultados menos satisfatórios. Além disso, fumantes, sedentários, obesos mórbidos e pacientes com múltiplas doenças na coluna também podem ter resultados variáveis.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>No período que antecede a cirurgia em 3 meses e após 6 meses,<span class="Apple-converted-space">  </span>o paciente deve se preocupar em perder peso no caso de obesidade, parar com o cigarro e praticar atividades físicas que tolera.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>O hospital entrará em contato com o paciente (geralmente um dia antes) para confirmar o agendamento cirúrgico e explicar o que levar para a cirurgia.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p><strong>Sempre levar:</strong></p><ul><li>Exames de sangue, exames do coração e <b>exames de imagem da coluna.</b></li><li>As avaliações quando solicitadas, por exemplo: cardiologista.<span class="Apple-converted-space"> </span></li><li>Produtos de higiene pessoal como escova de dentes, medicamentos que usa em casa, pijamas etc.. podem ser úteis.</li></ul>						</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>Para a maioria das cirurgias os pacientes devem respeitar um jejum de 8h (para sólidos e líquidos) e parar com medicações especificas como AAS e anticoagulantes (sempre a critério dos médicos que estão acompanhando!)</p><p>Os pacientes serão orientados nesse contato sobre essas informações, assim como quanto ao horário de chegada ao hospital. Ao chegar, haverá uma recepção, onde serão solicitados os documentos pessoais, assim como os documentos referentes a cirurgia e avaliação dos exames. O processo é semelhante ao “check in” de um hotel e o paciente geralmente é avaliado por uma equipe de enfermagem e conduzido a um leito que pode ou não ser o leito no qual ele ficará após o procedimento.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>O médico cirurgião ou um membro de sua equipe, passará no leito para realizar a confirmação de que se trata do paciente correto, assim como os detalhes cirúrgicos e esclarecer eventuais dúvidas que possam ter surgido entre a ultima consulta e o dia da cirurgia.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>Algum tempo depois, o paciente é conduzido ao centro cirúrgico onde seu médico o espera e o acompanha até a sala onde será realizado o procedimento. <b>Esta é uma etapa onde gosto de ficar junto com meus pacientes até o momento em que é anestesiado, pois sei que essa proximidade gera muita segurança para a pessoa que vai passar por uma cirurgia e está sozinha. Isso faz a diferença para o paciente e para os familiares pois podem confiar que não ficarão sem alguém conhecido em nenhum momento.<span class="Apple-converted-space"> </span></b></p><p><span class="Apple-converted-space">    </span>A cirurgia é realizada e após seu término, o paciente fica em uma sala de recuperação anestésica por alguns minutos quando, após estar mais acordado da anestesia, é conduzido para a UTI (geralmente para ficar com atenção total por uma questão de segurança).<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>Geralmente no dia seguinte a cirurgia, é estimulado que o paciente caminhe (com ou sem auxilio de um(a) fisioterapeuta e que fique mais tempo sentado. Pode<span class="Apple-converted-space">  </span>ter sido necessária a colocação de um dreno, o que é incomum. O paciente estimulado a ficar mais tempo sentado e no segundo dia o dreno costuma ser retirado. A partir daí, considera-se a alta para casa.</p>						</div>
				</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Em casa:</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>Ao chegar em casa, o paciente deverá ter um cuidado muito importante com a ferida operatória. O cirurgião irá orientar por escrito quais medicamentos deverão ser tomados e como serão dispensados os cuidados com a ferida e o curativo. Geralmente é estimulado que o paciente utilize um colar cervical para que haja maior estabilidade do segmento vertebral operado. <b>Este colete pode ser do tipo Philadelphia ou colar de espuma comum.<span class="Apple-converted-space"> </span></b> Evitar pegar peso, e restrição de atividades física e dirigir.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>A fisioterapia pode ser incentivada a partir do primeiro dia pós operatório estimulando-se o fortalecimento de membros inferiores e superiores , treino de marcha e analgesia.<span class="Apple-converted-space"> </span></p><p>Geralmente essas atividades irão voltar a fazer parte da sua rotina de maneira progressiva, esperando-se que por volta dos 90 dias o paciente já esteja apto a realizar a maioria delas.</p>						</div>
				</div>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Riscos:
</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>As cirurgias de coluna são procedimentos complexos e indicados em último caso, quando todos os outros métodos de tratamento falharam. Representam uma <b>alternativa segura</b> quando comparada aos riscos de não se operar mediante patologias especificas. Porem apresentam riscos reais que devem ser entendidos pelos pacientes. <b>Lembramos que quando há indicação cirúrgica, não operar pode significar a perda dos movimentos de maneira definitiva assim como a paralisia progressiva da musculatura que promove a respiração, com consequências gravíssimas. </b>Mas existem riscos para a cirurgia. Em vários estudos, as taxas gerais de morbidade para ACDF variaram de 13,2% a 19,3%. Estas incluíram em ordem decrescente; disfagia ou dificuldade para engolir (1,7%-9,5%), hematoma pós-operatório (0,4%-5,6% com nova cirurgia necessária em 2,4% de 5,6% e hematoma interno na região da medula 0,9%), PIORA de mielopatia (0,2%-3,3%), paralisia sintomática do nervo laríngeo recorrente que é responsável pela fala e por parte da respiração (0,9%-3,1%), vazamento de líquido cefalorraquidiano (LCR) (0,5%-1,7%), infecção de ferida (0,1-0,9%-1,6%), aumento da radiculopatia ou seja, piora da dor ou da força muscular no braço, cotovelo, punho e mãos (1,3%), síndrome de Horner (0,06%-1,1%), insuficiência respiratória (1,1%), perfuração esofágica (0,3%-0,9%, com uma taxa de mortalidade de 0,1%) e falha do material utilizado na cirurgia (0,1%-0,9%). Houve apenas relatos de casos isolados de oclusão da veia jugular interna e lesão do nervo frênico. A pseudoartrose (que é a falta de “calcificação”da cirurgia, ocorreu na ACDF e foi dependente do número de níveis fundidos; 0-4,3% (1 nível), 24% (2 níveis), 42% (3 níveis) a 56% (4 níveis). A taxa de reoperação para pseudoartrose sintomática foi de 11,1%. As taxas de readmissão para ACDF variaram de 5,1% (30 dias) a 7,7% (90 dias de pós-operatório).</p><h6><span style="text-decoration: underline;">EPSTEIN, Nancy E. A review of complication rates for anterior cervical diskectomy and fusion (ACDF). Surgical neurology international, v. 10, 2019.</span></h6>						</div>
				</div>
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		</section>
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				<div class="elementor-widget-container">
			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Conclusão
</h2>		</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
							<p>A mielopatia cervical é uma condição que exige <b>atenção imediata</b> devido ao risco de danos neurológicos permanentes. Se você ou alguém que você conhece está apresentando sintomas, é essencial buscar uma avaliação médica o quanto antes. Com o tratamento adequado, é possível aliviar os sintomas, prevenir a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida.</p><p><b>Conte comigo para cuidar da sua saúde.</b></p><p>Grande abraço,<br />Dr. Guilherme Foizer <br />Cirurgião da coluna | CRM 114.430</p>						</div>
				</div>
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		</div>
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		</section>
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